SALA DE DEBATE. Emenda parlamentar ainda é o tema, como a duplicação da RS 287, com outro viés

SALA DE DEBATE. Emenda parlamentar ainda é o tema, como a duplicação da RS 287, com outro viés

SALA DE DEBATE. Emenda parlamentar ainda é o tema, como a duplicação da RS 287, com outro viés - sala-2

Editor, mediador Bisogno e convidados: Giorgio Forgiarini, Werner Rempel, Ruy Giffoni e Eduardo Rolim (foto Gabriel Cervi Prado)

Dois temas tratados em programas anteriores voltaram à baila nesta quinta-feira. Mas, que se diga, sob um outro (ou vários deles, na verdade) viés, inclusive porque as opiniões foram diferentes (quem sabe até divergentes). O fato é que as emendas parlamentares impositivas, em todos os níveis, mereceram a atenção do “Sala de Debate” de hoje, entre meio dia e 1 e meia, na Rádio Antena Um.

Da mesma forma, a duplicação da RS 287 tornou a ser discutida, também com outros pontos de vista, sob a mediação de Roberto Bisogno, com a participação deste escriba e dos convidados do dia: Giorgio Forgiarini, Werner Rempel, Eduardo Rolim e Ruy Giffoni.

Além disso, claro, houve espaço para outras discussões interessantes, como o comportamento dos políticos (que não estão onde estão apenas por que querem, como se sabe) e também a política pública de investimento em infraestrutura para garantir o desenvolvimento de Santa Maria.

PARA OUVIR O “SALA” DE HOJE, BLOCO POR BLOCO, CLIQUE NOS LINQUES ABAIXO!!!

 



7 comentários

  1. O Brando

    Lei do orçamento é iniciativa do executivo. Vai para o Congresso que verifica a alocação dos recursos (bom lembra que existe um plano plurianual que estabelece metas antes de tudo). O problema foi na lei de diretrizes orçamentarias que fica entre o plano e o orçamento. Orçamento ficaria totalmente engessado. Não haveria grandes problemas se fosse alguma coisa realista, bastaria executar. Porem a receita não acontece e farinha pouca meu pirão primeiro. O resto é mimimi, parlamentares ‘preocupados com seus eleitores’ (até parece) e a prioridade nos gastos que deveria ser do executivo já não é bem assim. Texto da lei é público e a mensagem de veto também.
    Caso municipal é mais grave, parte dos recursos fica picotado. Juntos os valores das emendas possibilitaria algo, separado várias coisas menores (e vários votos).

  2. O Brando

    ‘Repercussão’ é uma piada. Cladistone convida não sei quem (não pode convocar quem não seja da administração municipal), criatura vem aqui, tiram foto, sai declaração e tudo como dantes no quartel de Abrantes. Teatro.
    Problema da Faixa Nova tende a aliviar com a Perimetral Sul Leste. Quando e se sair do papel.

  3. O Brando

    Políticos não estão lá só porque querem, falou a ‘voz da razão’. Só que a grande maioria não lembra em quem votou no ultimo pleito e, aumentando o descontentamento, irá pela rua e o bicho vai pegar.
    É só ver o caso chileno. Não se sabe quanto da população os manifestantes representam. Desculpa é meio furada, querem uma constituição diferente da deixada pelo Pinochet (ou seja, um ganho abstrato). Conseguiram um plebiscito. Pode dar qualquer coisa. Digamos que aprovem a constituinte (outro ganho abstrato). Se ocorrerem estes eventos significa que juntarão um monte de teóricos em algum lugar e, sendo otimista, montarão um estado de bem estar social no papel (outro ganho abstrato). Quando for para a parte prática (investidores externos já estarão longe, é muito risco) o mais provável é que não exista dinheiro para implantar o que desejavam. Obviamente todos viverão felizes para sempre.

  4. O Brando

    Schirmer fez duas coisas dignas de nota. Convenio com a Embrapa que mapeou as culturas possíveis no município. Contratou um consultor para analisar o setor hoteleiro da aldeia. Qual a vantagem desta ultima abordagem? Criatura vem, analisa, entrega o trabalho e vai embora. Não é tão suscetível às pressões e não tem que lidar com os descontentes.
    Comparar com a Alemanha é piada. Vamos arrancar a cidade do chão e transplantar com universidades e tudo no pais europeu? Germânicos estão 50 posições na frente dos brasileiros na prova do PISA. A segunda língua mais utilizada em publicações cientificas e tecnológicas é o alemão.
    Nirvana tecnológico da aldeia também é sonho, ‘Chip’ só em meia dúzia de países é cascata. Alás, o computador utilizado para projetar é feito fora, o equipamento para prototipar idem. Fabrica existe uma que o Molusco comprou por mais de bilhão e agora tentam vender mas ninguém quer comprar. Alguma coisa bem pequena em São Leopoldo. Alás, existe muito mais tecnologia na fabricação dos ‘chips’ do que no próprio.

  5. O Brando

    Vermelhinhos querem que algum governo externo invista na duplicação da rodovia para ver se melhorando a logística aparecem investidores interessados na cidade. Obvio que não vai acontecer (é um tiro na lua). BR-386 vai ser duplicada com pedágios. Problema local é que não existe gente suficiente para pagar pedágios.
    Conclusão é obvia, cidade perdeu a iniciativa. Entrou numa espiral de decadência e não vai conseguir sair sozinha. Precisa de recursos externos, públicos e privados, que dificilmente virão.
    Enquanto isto de tempos em tempos acontecem anúncios (que não alteram a conjuntura ou a paisagem) para ‘melhorar a auto estima’ (e a inércia). Polo de defesa. Arranjos produtivos locais. Clube da terceira idade ‘pensando’ o desenvolvimento da aldeia. É a Republica do Auto Engano.

  6. O Brando

    Fenômeno já não tão incomum. Criatura da região de Cruz Alta ou Santa Cruz (exemplos) passa no vestibular de direito da UFSM. Alguns até começam o curso. Tempo depois verifica-se que o custo da mensalidade das faculdades nestas localidades é inferior ao custo da estadia na aldeia. Largam aqui e terminam na cidade de origem. Depois do exame da Ordem não interessa, para a grande maioria, onde foi feita a graduação.
    Deve acontecer em outros curso. Crescimento dos cursos a distancia ajuda. Obvio que existem cursos onde isto não tem como acontecer. Mas de repente vira o pedaço de palha que quebra as costas do camelo.

    • Zé Ruas

      Para segurar a turma importada só com aluguel, transporte e alimentação gratuita. Com tempo teremos o que muitos desejam, Universidade Federal DE Santa Maria e DOS santamarienses. Aqui, DAQUI e somente para os “de aqui”.
      Até medicina perde para os que voltam para cidade/região de origem, mesmo um curso com mensalidade pra lá dos 5 “contos”, fazem a pessoa voltar. Fica mais caro fazer em Santa Cruz ou Passo Fundo? Sim, mas a inserção no mercado local, trabalhar com familiar, estagiar, fica mais fácil.
      Bastaria fazer um questionário com os que desistem.
      Sem esquecer a quantidade de faculdades de fim de semana e a distância que temos.
      Quando se fala em estudantes universitários (includa pós) se pensa na UFSM, UFN e demais com estrutura física e origem daqui, mas temos dezenas de pólos que funcionam sozinhos ao associados a escolas, cursinhos e assemelhados que tem centenas, quiça milhares de alunos. Cursos baratos que geram pessoas de nível superior que engrossam as estatísticas de desempregados ou empregos alternativos.
      Em três anos usando serviços de transporte por aplicativo nunca fui conduzido por alguem sem curso superior. Uso bastante o serviço.
      Temos todo perfil de curso a distância, até aqueles que o imaginário pessoal inviabiliza pela necessidade de laboratórios, aulas práticas, os caras deram/dão um jeito de oferecer.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *