LÁ DO FUNDO. Do Evandro ao Eskenazi às broncas entre ex-aliados, passando por articulações aqui e ali

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Evandro de Barros Behr, nome sempre citado do Cidadania, e Jacques Eskenazi, ex-novista e agora estrela do PSL, ex-sigla de Bolsonaro

Por CLAUDEMIR PEREIRA (com montagem sobre fotos de Reprodução), Editor do Site

– Num primeiro momento, há constrangimento entre lideranças do PP e do MDB santa-mariense, com a confirmação da presença de filiados (ou simpatizantes) em cargos de confiança do governo.

– Afinal, o discurso de oposição ferrenha – audível e visível nas redes sociais e em notas para a mídia – não bate muito com a manutenção de nichos de poder.

– Mas há quem não se importe muito, e até goste – veja só. Como disse alguém bem situado no núcleo de comando das agremiações, isso pode ser útil mais adiante.

– Como assim, pergunta um ingênuo repórter? – Simples, facilita uma composição mais adiante, num eventual segundo turno.

– Quer dizer, em bom português: discurso oposicionista (ou situacionista, porque vale para os dois lados) a parte, o que se tem é um grande contubérnio.

– Não, seu Claudemir, não – descreve um militante ao escriba. A palavra mais adequada, completa esse experiente nas coisas da política, é pragmatismo. Então, tá.

– O Cidadania faz questão de, a cada manifestação, seja em nota ou comentário nas redes sociais, manter em evidência o nome de Evandro Barros Behr, como pré-candidato a prefeito.

– Claro que isso pode acontecer, mas sem aliança consistente, não será pelo apoio de um punhado (por maior que seja) de militantes via internet que a candidatura passará a ser competitiva.

– Isso sem falar em aspectos bastante práticos, como comitê de campanha, organização e, sobretudo, recursos financeiros para bancar a disputa com os grandões locais. É isso. Sem mais nem menos.

– Essa decisão não aflige outro dos menores (embora sua liderança sempre faça questão de dizer que são maiores que o Cidadania), como o PL.

– Sem o nome que chegaram a contar como seu, do vereador João Ricardo Vargas, os “liberais” resolveram ser práticos e hoje são caudatários da candidatura a prefeito de Sérgio Cechin, do PP.

– Chega a impressionar a quantidade de politicos (ou nem tanto) assumindo como sua a vitória da abertura (ainda que parcial) dos leitos do Hospital Regional.

– Alguns, inclusive, chegam a agir com desfaçatez. Mas, enfim, como afiança o consagrado dito popular, “Deus tá vendo!”.

– Dentre os partidos menores, há um trabalhando na surdina e que, embora não tenha definido quem apoiar à Prefeitura (não terá nome próprio), já tem relação de 20 nomes para a Câmara.

– Trata-se, aqui, do direitista PSL (ex-partido de Bolsonaro), que terá uma decisão “de cima”, isto é, do Diretório Regional, para a aliança majoritária.

– Ah, e até que se resolva o enrosco jurídico-eleitoral em torno da filiação de importante radialista (com penetração nas classes C, D, E), o nomão da sigla é o ex-novista Jacques Eskenazi.

– Petista de carteirinha, já conformado com as alianças majoritárias da sigla, avalia que o melhor, mesmo, é que a campanha seja feita apenas nos desvãos do combate à Covid-19.

– A razão para isso é uma só: quanto mais a discussão estiver no lado direito da política local, melhor para quem está na direção oposta. É?

– Para fechar: dois dos sete partidos que a compõem estariam a fim de reavaliar sua participação na Frente Trabalhista.  Mais: já estariam politicamente negociando apoio a Jorge Pozzobom e o PSDB.



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