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COVID. Fátima, mãe de cinco filhos e avó de sete netos, ela derrotou o vírus, após 19 dias hospitalizada

Fátima junto com a neta, Stéfany, e o marido, Délcio: drama da Covid19 e final feliz: totalmente recuperada, após 19 dias de internação

COM CORREÇÃO DO TÍTULO, PELO EDITOR, ÀS 10H5

Por FRITZ R. NUNES (com foto de Arquivo Pessoal), da Assessoria de Imprensa da Sedufsm

Foram 19 dias internada, sendo 9 dias na UPA (Unidade de Pronto Atendimento), quando fez o exame e detectou a Covid19, e mais 10 dias no Hospital Regional de Santa Maria, os quais foram divididos em três dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde chegou a ser entubada, e mais sete dias na enfermaria para se recuperar totalmente da pneumonia. Fátima Rosane Machado Borges, 60 anos, do lar, mora no bairro Salgado Filho, zona norte de Santa Maria. Casada com Délcio Vieira, 63 anos, mãe de cinco filhos e sete netos, passou por maus bocados. Diabética e hipertensa, enfrentou um quadro agudo da doença, intercalando sensações de cansaço, dor no corpo, febre alta, falta de ar, perda do olfato e do paladar. “Foi muito difícil. Senti medo de morrer”, admite.

O drama vivenciado por essa santa-mariense teve um final feliz, já que conseguiu passar pela fase mais crítica da doença e receber alta, diferente de outras 17 pessoas que faleceram na cidade, até esta sexta (3), devido à pandemia. Entretanto, a situação pelo qual passou teve um toque a mais de dramaticidade já que todos da família, filhos, netos, esposo, contraíram o vírus. A maioria, com sintomas leves, mas o marido e o filho Vinicius, de 38 anos, com um quadro mais grave. Felizmente, todos se recuperaram.

Perguntada pela reportagem sobre como foi enfrentar esses dias todos, em que a vida humana parece tão frágil, Fátima comenta que não é nada fácil ter que suportar injeções a todo o tempo, diariamente, medicações, braços roxos. Contudo, faz questão de ressaltar que foi muito bem cuidada tanto na UPA quanto no Hospital Regional, instituições que estão tratando os doentes de coronavírus com recursos do Sistema Único de Saúde (SUS).

Pensando nos netos

O que pensava enquanto estava internada, em estado grave? Além do óbvio medo de ser derrotada pelo vírus, Fátima diz que imaginava muito sobre o que os netos pensariam quando a vissem de braços roxos. “Eu rezava muito. Queria sobreviver para ver meus netos crescerem”, relembra.

Um conselho: muita força

Indagada sobre que recado gostaria de passar às pessoas, Fátima Borges ressalta, em primeiro lugar, que é preciso que todos entendam que a Covid19 é grave, não é uma “gripezinha”. Mas, por outro lado, ela considera importante aconselhar:  “tenham força, pois assim como eu, que sou diabética e hipertensa, me recuperei, outras pessoas também podem se recuperar”.

A mensagem da filha

O tamanho da felicidade da família com a recuperação da mãe é expressa pela filha mais nova, Andressa, de 27 anos, em seu perfil no facebook, com reprodução literal:

“As vezes a gente precisa quase perder alguém pra perceber o tamanho da importância dessa pessoa na nossa vida. Os dias que tu esteve longe eram menos coloridos, a casa parecia vazia, não existia alegria… Foi preciso acontecer tudo pra eu perceber que tu é o coração da nossa família e quem sem ele a gente não vive…
Minha mãe já está em casa. Obrigada a todos que oraram, obrigada a todos que estavam lutando junto com a gente nessa batalha, o susto foi grande mas VENCEMOS!”.

PARA LER A ÍNTEGRA, NO ORIGINAL, CLIQUE AQUI.

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