MÍDIA. No dia da volta do Gauchão, com Grenal, a RBS encontra uma faixa de protesto em frente a sua sede

MÍDIA. No dia da volta do Gauchão, com Grenal, a RBS encontra uma faixa de protesto em frente a sua sede

Da Redação do portal Coletiva.Net, com foto de Reprodução

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Faixa de protesto em relação ao Gauchão, na frente do prédio-sede da RBS

O retorno e a viabilização do futebol têm sido amplamente discutidos por autoridades, desde que o esporte precisou ser pausado, devido à quarentena decretada em função da pandemia de Covid-19. Após a liberação do governo do Estado para a retomada do Campeonato Gaúcho, a bola voltará a rolar nos gramados a partir desta quarta-feira, 22.

Dentre os embates, está o clássico Grenal, que acontece hoje, às 21h30, em Caxias do Sul – devido ao prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior ter vetado a realização das partidas na Capital. Por conta da volta dos jogos, locais em frente aos prédios do Grupo RBS e da Federação Gaúcha de Futebol (FGF) amanheceram com faixas de repúdio.

Conforme o conteúdo das faixas de protesto, a “decisão de voltar com o Gauchão representa uma negligência em relação à pandemia do novo coronavírus”. Os dizeres ainda afirmam que “o Grupo RBS e a FGF estão colocando o lucro acima da vida”.

Ao Coletiva.net, o conglomerado midiático manifestou, por meio de nota, que a responsabilidade de realização e organização do campeonato é da FGF e, respeitando essa premissa, solicitou ao governo do Rio Grande do Sul a autorização para a retomada da competição, o que foi aceito. “A atuação da RBS, neste caso, restringe-se exclusivamente à transmissão do clássico na RBS TV e na Gaúcha (com o objetivo de permitir que o público possa acompanhar a partida de suas casas) e à cobertura editorial completa no digital e nos jornais da empresa”, registra.

Ainda hoje acontecem partidas entre Ypiranga e Esportivo, em Bento Gonçalves, assim como de Pelotas e Brasil de Pelotas, em Pelotas. Vale ressaltar que os times devem seguir o protocolo, que restringe a circulação de profissionais de imprensa e delegações nas dependências dos estádios, além de não ser permitida a abertura à torcida.

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