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TRABALHO. Docentes da UFSM pedem a Câmara e Assembleia moção contra a Reforma Administrativa

Por BRUNA HOMRICH (texto) e BRUNO SILVA (arte), da Assessoria de Imprensa da Sedufsm

Como mais uma ação de mobilização contra a reforma administrativa, contida na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/20, a Sedufsm elaborou e enviou uma moção de repúdio para ser apreciada pelos membros da Câmara de Vereadores de Santa Maria e da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

Aprovada em assembleia docente ocorrida no dia 2 de outubro, a moção foi encaminhada no último dia 14 aos e-mails dos presidentes da Câmara, Adelar Vargas/Bolinha, e da Assembleia, Ernani Polo. No email, a diretoria da seção sindical pede que a moção seja enviada ao conjunto de vereadores e deputados e apresentada para debate e votação nos plenários das respectivas instâncias.

Além do email, a Sedufsm também tentou contato telefônico com ambas as casas, que atenderam à chamada nesta segunda, 19, pela manhã, sinalizando que a solicitação está em processo de tramitação. A responsável pelo Gabinete da Presidência da Assembleia Legislativa informou que a moção de repúdio foi encaminhada ao Superintendente-Geral da casa para análise e devidos procedimentos. Já a Assessoria da Presidência da Câmara de Santa Maria informou que já encaminhou o texto da moção para todos os vereadores. A Sedufsm segue acompanhando e, assim que tiver novas informações, publicará aqui no site.

Leia, abaixo, o texto da moção (modelo encaminhado, com as necessárias adequações, à Câmara e à Assembleia). E, em anexo, ao final desta página, os ofícios número 29/2020 e 30/2020, nos quais consta a solicitação formal enviada às casas.

MOÇÃO DE REPÚDIO À REFORMA ADMINISTRATIVA

A Reforma Administrativa, contida na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/20, foi encaminhada pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 3 de setembro de 2020 ao Congresso Nacional. A Sedufsm, em conjunto com diversas outras entidades que representam servidores públicos nos níveis municipal, estadual e federal, vem organizando uma série de ações de mobilização para ampliar o debate sobre a reforma junto à sociedade. Isso porque a população, em especial a classe trabalhadora e os setores mais precarizados, será a principal atingida em caso de a reforma ser aprovada…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

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