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PANDEMIA. Medidas restritivas tornam governador Eduardo Leite alvo de lideranças bolsonaristas

De vereadora de Santa Maria a filhos do presidente, ninguém poupou o tucano

Por Maiquel Rosauro

O governo Eduardo Leite (PSDB) enfrenta um linchamento virtual, neste final de semana, devido às novas medidas restritivas que buscam frear o avanço do covid-19 no Rio Grande do Sul. Lideranças bolsonaristas criticam, sobretudo, o novo decreto que restringe a venda de itens não essenciais em supermercados.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL/SP) e o vereador do município do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (Republicanos), ambos filhos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), estão entre os que se manifestaram pelas redes sociais.

Eduardo disse que o objetivo de Leite é exterminar empregos e Carlos postou que o governador “só pode estar com sérios problemas e culpando alguma fase de crise hormonal”.

Leite respondeu uma das críticas, da deputada federal Bia Kicis (PSL/DF), que destacou o interesse do tucano em ser candidato à presidente.

“Melhor que o estado faça escolhas agora do que médicos tenham que fazer escolhas sobre quem vive e que morre, deputada”, rebateu o governador.

Em Santa Maria, a vereadora Roberta Pereira Leitão (PP) também se manifestou contra as novas medidas.

Confira, abaixo, as principais publicações:

Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL/SP)

Deputada federal Bia Kicis (PSL/DF)

Resposta do governador Eduardo Leite (PSDB) à Bia Kicis:

Vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos)

Ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub

Secretário de Comunicação Institucional do governo Federal, Felipe Pedri

Vereadora de Santa Maria, Roberta Pereira Leitão (PP)

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2 Comentários

  1. Problema com a matéria, existe um monte de gente não cavalista querendo a cabeça de Dudu Vaselina, o impostor. Censura indireta, para não ser tachado de cavalista ‘melhor ficar quieto’.
    Segundo, não sigo nenhum dos envolvidos, se não visse aqui não ficaria sabendo.
    Terceiro, Dudu Vaselina, o impostor, não está acima de qualquer crítica e é livre legalmente a manifestação de pensamento. Se vai desagradar alguém, problema do ‘alguém’. Se não tivesse lançado candidatura à presidência (o que não era oportuno e nem conveniente) a galinhagem não estaria acontecendo. Alás, presidência para satisfazer uma aspiração pessoal.
    As ferramentas costumeiras da esquerda, mentira, desqualificação, teorias da conspiração, meias verdades, etc. Não esquecendo o ‘julgamento moral sem ter moral nenhuma’.

  2. Finalmente um assunto que a vereadora entende. Ditadura. Vejamos: Arena=Pds=Ppb=Pp=Progressista! O que ela não entende é que as medidas restritivas são no Mundo, país e estado. Se ela tem alternativas que as apresente aos gestores à luz da Ciência. Também como medida educativa que visite hospitais, Utis e necrotérios. O resto é achismo e politiquice.

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