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CIDADE. Prefeitura festeja reinserção no mercado de trabalho formal de 10 pessoas em situação de rua

Atuação conjunta com FGTAS/Sine e Casas de Passagem levou ao resultado

A iniciativa foi objeto de reunião, entre as instituições, na Secretaria de Desenvolvimento Social (foto João Alves/Prefeitura)

Por Joyce Noronha / Da Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal

A Prefeitura de Santa Maria, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social e do Gabinete do Prefeito, reinseriu 10 pessoas em situação de rua no mercado de trabalho. O feito é uma parceria entre o Executivo Municipal, o Fgtas/Sine e as casas de passagem Mundo Novo e Maria Madalena, a partir da Patrulha da Solidariedade.

Nesta segunda-feira (30), representantes das casas de passagem apresentaram, em números, ao secretário de Desenvolvimento Social, João Chaves, o andamento da iniciativa. Além das 10 pessoas que foram efetivadas em empregos, as casas de passagem também estão em processo de encaminhamento de outras cinco pessoas que já estão com entrevistas marcadas.  

“É gratificante vermos estes números, saber que todos estão se empenhando para ajudar as pessoas em vulnerabilidade a se reerguer. E também ver esse pessoal buscando uma vida melhor. Ter estas pessoas efetivadas é uma etapa. Agora, nós temos que seguir o acompanhamento com elas para garantir que sigam trabalhando, melhorando e crescendo”, avalia Chaves.

Apesar do saldo positivo, o titular da pasta também abordou com os representantes sobre as dificuldades encontradas durante o processo. A assistente social da Casa de Passagem Maria Madalena, Salete Rubert, reforça que ainda falta mais tato por parte das empresas para o acolhimento destas pessoas.

 “A gente, que trabalha com eles diariamente, sabe que tem um caminho de insistência, de fazer com que eles acreditem neles mesmos. E, às vezes, as empresas não têm essa visão, que é preciso um pouco de paciência, de estender a mão. Precisamos encontrar maneiras para que as empresas consigam ver estas pessoas por inteiro e que deem oportunidades para eles”, esclarece Salete.

O coordenador da Casa de Passagem Mundo, Renan Couto Ribeiro, corrobora com a fala da assistente social e conta que, por vezes, as pessoas são desclassificadas dos processos seletivos porque o endereço de residência é uma casa de passagem.

“Estas pessoas estão buscando melhorar, estão indo atrás de uma oportunidade de vida melhor, mas os selecionadores acabam descartando os currículos por causa do endereço, que é uma casa de passagem. Se é por falta de qualificação ou de estudo, a gente até entende e busca maneiras de proporcionar cursos para os atendidos. Mas por causa do endereço, é muito triste”, reforça Ribeiro.

A reunião ocorreu na sede da pasta municipal. Também participaram do encontro o chefe de gabinete da Secretaria de Desenvolvimento Social, Naldo Vargas, e o psicólogo da Mundo Novo, Nathan Rafael Carvalho.

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