EXTRA. Sindicância na Câmara conclui que nenhum servidor participou do Caso dos Cheques
A assessoria de imprensa da Câmara de Vereadores acaba de enviar notícia sobre a Comissão de Sindicância instalada no Legislativo para apurar responsabilidades no Caso dos Cheques. Mais embaixo, um comentariozinho claudemiriano. Confira:
Comissão de sindicância da Câmara apresenta relatório
Criada com o objetivo de apurar eventual responsabilidade dos servidores da Câmara no caso de adulteração dos cheques, a Comissão de Sindicância, na última sexta-feira, apresentou relatório ao presidente da Câmara, vereador Isaias Romero. Integraram a Comissão, as servidoras Clarissa Teresinha Lovatto, Jara Rejane Pereira da Silveira e Marli Prevedello Vieira.
Depois da tomada de depoimentos e realizadas as devidas diligências, a Comissão sugeriu o arquivamento do processo na Câmara, visto que não foi comprovada participação de servidor na clonagem de cheques do Legislativo, que foram pagos pelo Banco do Brasil.
A Comissão sugeriu algumas medidas a fim de resguardar a instituição: a abertura de conta em banco oficial em que o Legislativo possua conta será pré-requisito para pagamento de salários e subsídios a cargos de confiança, funcionários do quadro e vereadores; se caso a tesoureira titular da Câmara estiver impedida de fazer os pagamentos, o funcionário substituto deverá ficar exclusivamente a serviço da tesouraria.
Por fim, a Comissão indicou à presidência do Legislativo que encaminhe cópia do processo sindicante à autoridade policial responsável pelo inquérito que apura os fatos.
COMENTÁRIO CLAUDEMIRIANO: Não há razão alguma para duvidar do trabalho feito pela comissão de sindicância. Muito pelo contrário. Especialmente porque conheço e sei da idoneidade e da capacidade de suas integrantes. Agora, tanto quanto a CPI instalada (esta, cá entre nós, de uma inutilidade óbvia), não será essa comissão a mais capacitada para apurar responsabilidades. Isso quem terá condições, inclusive técnicas, para resolver, é mesmo a Polícia Civil, onde corre um inquérito. Melhor esperar, portanto, para saber o que de fato aconteceu. E que redundou num prejuízo (por enquanto, apenas para o Banco do Brasil, que ressarciu o parlamento) de R$ 111 mil.
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