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Guarda Municipal: 10 anos de avanços e atuação junto à população – por Jorge Pozzobom

Nessa década, ‘muitos foram os avanços no que diz respeito a essa corporação’

Prefeito Jorge Pozzobom participa da cerimônia de homenagem pelos 10 anos da Guarda Municipal (foto João Alves/Prefeitura)

Algo que muito me orgulha é destacar o trabalho e a relevância dos nossos servidores municipais, incansáveis nas suas mais diversas funções de servir com amor. Principalmente nestes tempos de pandemia, é preciso reconhecer e valorizar a atuação de cada um deles, sem distinção. Porém, neste mês de novembro, quero fazer uma referência a nossa Guarda Municipal, que completou 10 anos de atividades desde que foi instituída pela Lei Complementar 085, de 10 de novembro de 2011.

Na última sexta-feira (12), em um ato realizado na sede da Guarda Municipal, na Rua Sete de Setembro, celebramos a data junto do efetivo e também de instituições lá representadas por autoridades e demais servidores parceiros da Guarda ao longo de uma década de serviços prestados à população de Santa Maria. Uma cerimônia simples, mas dotada de muito significado por tudo o que a Guarda Municipal representa para a cidade.

Nesses 10 anos, muitos foram os avanços no que diz respeito a essa corporação formada por 125 servidores. Desde a conquista da atual sede, que trouxe mais dignidade aos guardas municipais, passando por melhorias em sua frota e equipamentos, pela constante capacitação de seu efetivo e pela criação da Carteira de Identidade Funcional, que auxilia na comprovação da autoridade dos agentes. Nossos servidores da área da segurança pública nunca estiveram tão presentes junto à população, desempenhando atividades que merecem ser reconhecidas.

Além de seu papel de zelar e proteger o patrimônio público, da atuação em manifestações, do atendimento a delitos de pequeno porte e a acidentes de trânsito e de apoiar as operações dos demais órgãos de segurança pública, costumo dizer que os nossos guardas são guardas da vida. Um exemplo claro disso é a atuação direta desses servidores nas ações de vacinação contra a Covid-19, que vêm ocorrendo desde 2020. Desde a primeira ação, os guardas municipais tiveram e continuam tendo um papel determinante na proteção dos santa-marienses contra o coronavírus.

Por tudo isso, gratidão é a palavra que resume o meu sentimento em relação à Guarda Municipal. Em nome do superintendente Santo Cordeiro, manifesto aqui o meu reconhecimento a todo o efetivo.

E, como não construímos nada sozinhos, faço questão de ressaltar a parceria mantida com outras instituições que só fortalecem o trabalho da Guarda Municipal e que, como forma de valorizá-las, foram igualmente homenageadas na cerimônia da última sexta-feira com o certificado de “Amigo da Guarda Municipal. Listo aqui as seguintes instituições: Polícia Federal, Polícia Civil, Brigada Militar, 2° Batalhão de Polícia de Choque, 3ª Companhia de Polícia Rodoviária Estadual, 4° Batalhão de Bombeiros Militar, Polícia Rodoviária Federal, 3ª Divisão de Exército, Justiça Eleitoral, Ala-4 (Base Aérea de Santa Maria), Câmara de Vereadores de Santa Maria, Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe) e Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp). Inclusive, a Guarda Municipal foi a primeira força de segurança a trabalhar diretamente no Ciosp ainda em 2019. Os agentes da corporação exercem a função de operadores – atendem aos telefonemas da população e aos chamados via rádio e organizam as equipes para atuação nas ocorrências, contando, ainda, com o acesso às imagens de mais de 940 câmeras de monitoramento espalhadas por Santa Maria.

Para fechar, faço aqui um agradecimento aos demais servidores e autoridades que receberam o título de “Amigo da Guarda Municipal”: o superintendente do Ciosp e ex-superintendente da Guarda, Sandro Nunes; o assessor operacional do Ciosp, Edson Weise; o vereador Getúlio de Vargas; o advogado Daniel Tonetto e as servidoras municipais Karla Felipe e Estela dos Anjos Pires. Meu muito obrigado a todos vocês e, em especial, a nossa Guarda Municipal por esses 10 anos de contribuição ao Município. Que venham muitos anos e inúmeras conquistas pela frente!

(*) Jorge Pozzobom é o Prefeito Municipal de Santa Maria. Sua trajetória como agente político começou com dois mandatos de vereador, tendo depois se alçado, pelo voto popular, à Assembleia Legislativa. Em meio ao segundo período, em 2016, foi eleito para conduzir o Executivo santa-mariense. Em novembro de 2020 foi reeleito para um novo mandato. Ele escreve no site às terças-feiras.

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2 Comentários

  1. Corsan. Aditivo não necessitaria passar pelo Casarão. Este já deu autorização para celebrar convenio, contrato é instrumento de concretização do mesmo, blá, blá ,blá. Porem, as vezes tem que desenhar, se o contrato passou por lá, até para ‘dividir’ responsabilidade, um canetaço seria imprudente. Principalmente porque existe multa contratual e anistia poderia ser considerada renuncia de receita. Poderia haver repercussões legais. Donde vem o assunto municipalização dos serviços. Outros lugares tem muita experiencia, mas não dormiram nuim dia e acordaram no outro ‘sabendo como se faz’. Nem estudo foi feito. Falta culhão. No Casarão os corporativistas juntaram-se com a esquerda estatista e tentam melar a coisa (se ‘baixarem as calças’ repentinamente não será surpresa). Corsan tem problemas (não ganhou a fama que tem do nada, não é ‘coisa da Globo”), mas aparentemente o municipio perde com o que foi proposto. Ou seja, para poder vender tem que ser bom para o comprador. População vai ter que comprar agua de qualquer jeito. Pode ate reclamar no inicio, depois acostuma.

  2. Ressuscitaram a ESA na aldeia. Os nós cegos de plantão começaram a dizer o que diziam antes, mesmo sendo desmentidos pelos fatos. Imbecis falam em influencia politica do Cavalão. Ananá fala em ‘baixo custo’. Noticias distorcidas. Estuto de impacto ambiental condicionando a licença ambiental não é invenção da promotora do MP estadual de Pernambuco. Existe area de Mata Atlantica. Mesmo que não houvesse, supressão grande de vegetação condicionaria o licenciamento ao EIA. Area escolhida para a nova escola fica num campo de instrução que faz parte da Area de Proteção Ambiental Aldeia Beberibe. Existe uma organização, um Forum, que defende a tal Area e já sugeriu outros espaços para instalação da Escola. Logo, até prova em contrário, o assunto é um factoide. Alas, imbecis por aí questionaram ‘como não viram isto antes’. Sim, antes de escolher o lugar deveriam ter feito o projeto para incluir no EIA. Tem toda ‘lógica’.

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