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TRABALHO. Docentes federais têm até dia 11 para definir posição acerca de possível greve nacional

Assembleias acontecerão nas Universidades para deliberar sobre a paralisação

Assembleias de base dos docentes das instituições federais devem ocorrer até dia 11 de fevereiro (Foto Divulgação/Arquivo Andes-SN)

Por Bruna Homrich, da Assessoria de Imprensa da Sedufsm / Com informações do Andes-SN

As seções sindicais do ANDES-SN devem realizar, até o dia 11 de fevereiro, assembleias de base para deliberar sobre o indicativo de greve unificada das servidoras e dos servidores públicos federais (SPF) para o mês de março. O encaminhamento veio de reunião do Setor das Instituições Federais do Sindicato Nacional, ocorrida no dia 12 de janeiro e da qual participou Ascísio Pereira, vice-presidente da Sedufsm.

Ele explica que a proposta de greve “está relacionada à posição do governo de conceder reajuste apenas para o setor das polícias federais, e para nenhuma outra das categorias. O argumento não é contra o aumento para os policiais federais, mas sim que o aumento dado aos policiais seja estendido a todas as categorias do serviço federal”.

Os resultados das assembleias devem ser encaminhados para a Secretaria do Andes-SN (secretaria@andes.org.br) até o dia 14 de fevereiro. De posse de tais resultados, o Sindicato irá convocar, para a semana de 14 a 18 de fevereiro, nova reunião do Setor das Ifes, na qual será feito o mapeamento das assembleias e definida uma posição nacional acerca do movimento paredista.

Além da defesa dos serviços públicos, na pauta que pode levar à greve unificada constam as reivindicações por melhores condições de trabalho, por reposição salarial, pela revogação da Emenda Constitucional (EC) 95/16, e, ainda, pela retirada de pauta da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/20. A categoria docente irá debater também a construção de uma pauta específica da Educação em conjunto com as demais entidades que atuam nas instituições federais de ensino (IFE).

“A pauta tem sido construída nesse sentido da reivindicação salarial, mas também incluindo a derrubada da PEC 32 e a revogação da EC 95, pois entendemos que ela é um dos fatores principais que fez com que a pauta salarial e todos os outros direitos da classe trabalhadora tenham sido esmagados em nome do ajuste fiscal, do Teto dos Gastos. Essas foram as principais discussões [na reunião do Fonasefe] e agora as categorias iniciam o seu processo de construção da greve nas suas bases”, explica Rivânia Moura, presidenta do ANDES-SN.

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Um Comentário

  1. Estes daí podem ficar em greve até o restante do inferno congelar. Para a grande maioria da população não faz falta. Obvio que não falta quem venha com o mimimi do futuro que nunca chega.

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