Confira a seguir trecho da nota publicada na madrugada de 28 de abril de 2015, terça:
“OUTRO LADO. Servidores públicos preocupados com seu futuro. Nesta terça, quem para são os policiais civis
Representantes de várias categorias de servidores – mais de 20, segundo o Governo do Estado – foram ao Palácio Piratini. Eles ouviram, como você conferiu na nota imediatamente anterior a esta, que a situação das finanças gaúchas é insustentável. E que o déficit mensal é de R$ 400 milhões, e que a dívida total se aproxima dos R$ 55 bilhões, entre outros dados econômicos tenebrosos.
Mas, e os servidores? Estes estão, claro, preocupados. Duas categorias, inclusive, paralisam nesta terça-feira, por conta da possibilidade (não confirmada, nem negada) de o governo atrasar o pagamento de aumento já tornado lei. Uma são os agentes penitenciários. Outra são os policiais civis, que têm a Ugeirm como entidade de representação…”
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PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, o que se tem é parcelamento salarial cotidiano no funcionalismo público gaúcho. Enfim, eles tinham boas razões para se preocupar, já naquela época. Ou não?
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