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O PT e Lula seguem negando a matemática – por Giuseppe Riesgo

‘Tática de desinformar fica clara pela recorrência dos ataques ao teto de gastos’

Não deveria ser difícil de entender, mas o PT insistentemente se nega. Feito criança birrenta, continua em discordância sobre a importância do teto de gastos e, por isso, aposta no caos e na confusão sobre essa importante conquista dos brasileiros e – depois da nossa luta na Assembleia Legislativa -–, dos gaúchos também.

A tática de desinformar fica clara pela recorrência dos ataques ao teto de gastos. Lula, por exemplo, resolveu ir ao Twitter afirmar que a busca pela responsabilidade fiscal e o controle da nossa crescente dívida é o tipo de política pública que vai na contramão da melhoria das condições de vida do povo.

Nada poderia ser mais mentiroso, o que é contumaz entre os petistas. Na verdade, a lei do teto de gastos busca justamente o contrário. Diferente da eterna irresponsabilidade lulista, a lei procura assegurar o futuro do povo e a sustentabilidade fiscal do país.

Afinal, quem pagará a dívida pública que populistas como Lula adoram aumentar? É nesse sentido que se evidencia a importância de um limite à gastança. Historicamente, o país convive com políticas que vendem o nosso futuro em detrimento de um presente de gastos desenfreados e políticas públicas sem critério. E essa foi, justamente, a chaga petista.

Nos 15 anos de PT no governo federal tivemos uma farra fiscal. Com a exceção dos 3 primeiros anos em que tivemos um bom superávit primário, o que mais o governo Lula e Dilma fizeram foi gastar. A expansão dos gastos públicos foi tanta, que a expansão da dívida pública bruta do governo federal mais que triplicou. Ao final do governo Dilma já devíamos mais de R$ 4,2 trilhões ou 68% de toda a riqueza produzida no país. Um escárnio com as contas públicas que escraviza as próximas gerações, mas a atual também.

Isso ocorre porque tanto endividamento condena o povo a duas coisas que já deveríamos ter superado há tempos: a inflação e a recessão. Toda a vez que o governo nos endivida demais, o custo futuro dessa dívida aumenta. Isso porque os agentes que emprestam ao governo percebem a irresponsabilidade na condução da política fiscal e, claro!, cobram um preço mais caro para emprestar.

A consequência? Uma pressão por juros mais altos para “rolar” a dívida pública e controlar a inflação que os altos gastos geraram, afinal, como sabemos, o estímulo ao consumismo pressiona os preços para cima -, o que faz a inflação subir.

É essa a receita do fracasso petista. Uma política econômica que desestimula os investimentos e, consequentemente, a geração de renda e de novos empregos. Sem esses dois e com os preços subindo, obviamente, a população empobrece. O consumismo e a melhoria dos padrões de vida se mostram, portanto, temporários como uma bebedeira.

No fim das contas, esse é o legado defendido pelo lulopetismo: gastança e irresponsabilidade às custas do povo. O fato é que o teto de gastos é uma das principais armas que temos para evitar a ressaca e populismo dos petistas.

 (*) Giuseppe Riesgo é deputado estadual e cumpre seu primeiro mandato pelo partido Novo. Ele escreve no Site todas as quintas-feiras.

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2 Comentários

  1. Quanta besteira, o penúltimo parágrafo então é uma pérola, completamente dissociado da realidade. Essa gente do partido novo é um atraso e fica nítido que não gosta de pobre, afinal essa gente “mal cheirosa” precisa da aberração do Estado, que na concepção deles, deve atender primeiro os interesses de gente mais perfumada e “merecedora”. A única coisa que esse sujeito fez até hoje foi quebrar um pequena empresa, e de quem é a culpa? Não é da incompetência dele, mas do m”malvado favorito” deles, o Estado. Carteira de trabalho? Duvido que tenha……

  2. Molusco com L,, o honesto, é o Edir Macedo do PT. Algo que não se pode dizer do Cavalão porque este é bem mais fungivel. Esquerda tupiniquim é incapaz de se reinventar e propor algo novo. São as mesmas receitas de bolo que nunca deram certo. Eles vivem da negação, não conseguem construir nada. Não conseguem aumentar a produtividade do setor publico porque os servidores são ‘cumpanheros’. Falam dos juros da divida e ignoram que o principal foi jogado fora, desperdiçado. Acham que resolvem tudo com mentiras, as ‘narrativas’. Ignoram o que todo estudante no primeiro dia do curso de ciencias economicas aprende ‘economia trata de recursos limitados e necessidades ilimitadas’. Quer dizer que as condições de vida do povo tem que ficar como estão? Obvio que não. É necessario um pouco de inteligencia, competencia e alguma criatividade. Coisas que no PT são muito escassas. E, obvio, tem a velha ‘esperteza’, a ‘malandragem’, não se pode deixar de lado. ‘Não pode acabar com o teto de gastos, logo temos que aumentar a tributação’. Sem susto, o prazo de validade desta gente esta vencendo.

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