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Dá para crer?! Figurões do PMDB, em alta no Congresso, tentam acordo para ter vice de Dilma

Que o PMDB não é partido, mas confederação (ou, quem sabe, federação), o leitor deste (nem sempre) humilde sítio já sabe. Afinal, há líderes em demasia, cada qual puxando para seu lado. Isso vale por região (o do Nordeste é um, o do Sul é outro), Estado (no Rio Grande há o do Pedro Simon, e há o dos outros – que parecem ser maiores, hoje), ou interesse (que cargos são obtidos ou não).

 

Daí por que fica difícil acreditar que seja possível a união. Mesmo que em torno de algo que, aparentemente, a maioria quer. E quer mesmo? No caso, ter a candidatura a vice de Dilma Rousseff, o nome do PT à Presidência. Será, mesmo? Quem escreve sobre essas articulações, das quais pelo menos este sítio não leva muito a sério, é o sempre bem-informado repórter da Folha de São Paulo, Kennedy Alencar. A foto é de Wilson Dias, da Agência Brasil. Acompanhe:

 

“De olho na vice do PT, PMDB tenta unir alas no Congresso

 

Rivais nos últimos 14 anos, as alas do PMDB da Câmara e do Senado articulam estratégia comum para 2010. Pretendem amenizar divergências para atuarem unidas na sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Hoje, a tendência é uma aliança com o PT desde que a sigla fique com a vaga de vice.

 

O primeiro passo foi dado na segunda, quando José Sarney (AP) e Michel Temer (SP) (os dois na foto) se elegeram, respectivamente, presidentes do Senado e da Câmara. Naquele dia, Sarney disse a Temer em conversa reservada: “Acho que devemos atuar mais juntos daqui para frente”.

 

O segundo passo deverá ser dado na próxima semana, quando Sarney receberá em sua casa representantes dos dois grupos. Os presidentes das duas Casas querem reduzir divergências entre caciques das duas alas, especialmente entre o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (BA), e o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL).

 

Geddel trabalhou para eleger o petista Tião Viana (AC) no Senado. E Renan, para vitaminar a candidatura de Aldo Rebelo (PC do B-SP) na Câmara. A intenção é que a intensidade dos conflitos diminua para não inviabilizar uma posição amplamente majoritária em 2010. Os principais caciques concluíram que, juntos, podem cobrar mais caro pelo apoio de um partido fundamental à governabilidade e com bastante tempo de TV na campanha… “

 

(PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI )

 

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