Coluna Observatório. O voto eletrônico é um bom exemplo da evolução da democracia no Brasil
A seção Não custa lembrar
Em 12 de agosto de 2000:
No tempo do papel – Cédulas de papel dificilmente serão usadas na eleição. A menos, claro, (toc, toc, toc) que ocorra uma pane geral no sistema eletrônico. Ainda assim, Cezar Schirmer e Evandro de Barros Behr gostaram de ser os primeiros no sorteio realizado quinta-feira. Cezar Dalla Corte, presidente do PPB, igualmente gostou da posição de seu candidato, José Farret, que aparece em último. No tempo do voto de papel, ficar em uma das pontas da cédula ajudava bastante para fazer o eleitor, especialmente o desavisado, gravar o nome do seu candidato.
Hoje:
O país evoluiu. Há muitas queixas em relação aos costumes políticos – e elas até têm sua procedência. Mas é inegável que só a democracia consegue fazer com que esse tipo de problema seja divulgado. Na ditadura (e há saudosistas por aí, sim senhor!) havia até mais corrupção e negociatas. Só que ninguém sabia, com o manietamento da imprensa. Agora, veja só o caso das eleições propriamente ditas. 2000 (faz exatos nove anos menos um mês da publicação da nota acima) foi o primeiro de urna eletrônica em Santa Maria. É, sim, um avanço e tanto e que precisa ser comemorado.





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