Observatório. As voltas que a política dá. Para ficar no mesmo lugar
A seção Não custa lembrar
Em 18 de maio de 2002:
* É visível a olho nu: Marcelo Bisogno está sendo pressionado pelo PT desde que surgiram rumores a respeito de sua possível saída do partido.
* Há tempos se nota que o vereador está sendo fritado e, mesmo líder do governo, tem ficado à margem de alguns momentos importantes.
* Não é raro ver o Executivo escalando Fabiano Pereira, ex-líder e ex-secretário de Saúde, para assumir a defesa do governo.
Hoje:
Como já é sabido, Marcelo Bisogno deixaria o petismo quase um ano depois, rumando para o PDT (que deixara, antes, em favor do PT). Passados exatos 5 anos e 3 meses das notas então publicadas na Luneta, Bisogno segue no pedetismo. Mas é secretário de município e um dos articuladores da Frente Popular Trabalhista – que une seu partido ao PT. Ah, e Fabiano? É petista, mas não vai à missa com Valdeci.
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