
Na última semana, eram cerca de 60 docentes. Eles mantiveram o indicativo de greve. Mas nada de definir data. As razões são óbvias: não se percebia mobilização suficiente para garantir o sucesso do movimento, não obstante a eventual justeza das reivindicações.
Agora, o mesmo encontro será reaberto. É uma nova chance para a paralisação, se este for o entendimento dos professores da UFSM, chamados pela Seção Sindical da categoria. Ah, cerca de 40 instituições federais já aderiram.
Sobre o que acontece na próxima quarta e outros desdobramentos, confira material produzido pela assessoria de imprensa da Sedufsm. O texto e a foto são do jornalista Fritz R. Nunes. Acompanhe:
“Sedufsm convoca para assembleia de greve…
…A Seção Sindical dos Docentes da UFSM (SEDUFSM) reabrirá a assembleia, que foi deliberada como permanente, na próxima quarta (23), às 15h30min, no Anfiteatro H, junto ao prédio 21 dos básicos, no campus da UFSM. O principal ponto de pauta continua sendo o processo de adesão à greve nacional, que já atinge cerca de 40 instituições federais. Na última quarta, a plenária aprovou o indicativo de greve sem uma data específica.
Conforme o presidente da seção sindical, professor Rondon de Castro, o movimento paredista junto à categoria cresce em âmbito nacional porque aos poucos, prevalece a percepção de que depois de mais de seis meses esperando que o governo cumprisse o acordo assinado em 2011, o resultado não foi o esperado. Quando é concedida a incorporação de gratificações e a correção de 4% nos salários, através da assinatura de uma Medida Provisória, o que se percebeu é que de forma alguma isso resolve os problemas das universidades, bem mais amplos.
A MP traz em seu conteúdo prejuízos, como por exemplo, a transformação dos adicionais de insalubridade e periculosidade em vantagens pessoais. Ao longo do tempo, isso significará redução salarial. Mesmo que se consiga mudar esses pontos através de emendas, não é certo que…”
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