E quem acreditava? Proposta que limitava as viagens de vereadores é retirada ‘para ajustes’
Bem, bem, bem. Aqui já se escreveu, e também na coluna Observatório, que assino no jornal A Razão, e igualmente dito na TV Pampa e na Rádio Antena 1 (nas quais faço comentário diário): a proposta é tão boa, mas tããão boa, que acabará sendo rejeitada.
Não foi isso. Ou foi, em outros termos. Na verdade, o projeto do vereador Cláudio Rosa, do PMDB, que disciplina a participação dos vereadores do Poder Legislativo de Santa Maria em cursos, seminários, congressos, simpósios e similares, com o fim de representação ou a serviço da Câmara foi retirado para ajustes, conforme acordo entre vereadores – é o que diz material enviado aos veículos de comunicação, pela assessoria de imprensa do Legislativo.
A pergunta inevitável é: que ajustes? Será que os edis pretendem aumentar o limite, que o projeto fixa em três as viagens realizadas pelos parlamentares para os fins citados no parágrafo anterior? Ou ampliar o número máximo de vereadores que podem participar de comitivas, que a proposta limita a três?
Cá entre nós, se for isso, é melhor ao vereador não reapresentar o projeto, que ficará descaracterizado. E Cláudio Rosa nem precisa se preocupar muito. Afinal, ninguém acreditava mesmo na aprovação. Logo…





ATENÇÃO
1) Sua opinião é importante. Opine! Mas, atenção: respeite as opiniões dos outros, quaisquer que sejam.
2) Fique no tema proposto pelo post, e argumente em torno dele.
3) Ofensas são terminantemente proibidas. Inclusive em relação aos autores do texto comentado, o que inclui o editor.
4) Não se utilize de letras maiúsculas (CAIXA ALTA). No mundo virtual, isso é grito. E grito não é argumento. Nunca.
5) Não esqueça: você tem responsabilidade legal pelo que escrever. Mesmo anônimo (o que o editor aceita), seu IP é identificado. E, portanto, uma ordem JUDICIAL pode obrigar o editor a divulgá-lo. Assim, comentários considerados inadequados serão vetados.
OBSERVAÇÃO FINAL:
A CP & S Comunicações Ltda é a proprietária do site. É uma empresa privada. Não é, portanto, concessão pública e, assim, tem direito legal e absoluto para aceitar ou rejeitar comentários.