O secretário de Infraestrutura e Logística, Beto Albuquerque, garantiu nesta terça-feira que estão suspensas as licitações de obras a ser executadas pelo DAER – que não tenham seus projetos executivos definitivos.
A determinação é dada mesmo antes da conclusão dos trabalhos da força-tarefa nomeada para investigar a autarquia. E que, como mostra material produzido pela assessoria de imprensa do Palácio Piratini, definiu os principais temas que nortearão o trabalho nos próximos dias. A reportagem é de Felipe Samuel. Acompanhe:
“Força-tarefa conclui mapeamento de documentos sobre Daer
Instalada há 12 dias, a força-tarefa que apura denúncias contra o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) concluiu, nesta terça-feira (19), o mapeamento das áreas que apresentaram problemas na autarquia nos últimos anos. Com informações da Contadoria e Auditoria-Geral (Cage), do Ministério Público (MPE), do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), o grupo definiu os principais temas que nortearão as investigações nos próximos dias.
O roteiro estabelecido dividirá a força-tarefa em grupo e apronfundará as análises em áreas específicas: contratos dos controladores de velocidade (pardais); pedágios; concessões de rodoviárias e de linhas de ônibus, consultorias e fiscalização; contratos antigos; apontamentos administrativos e desapropriações. O secretário de Infraestrutura e Logística, Beto Albuquerque, criticou as obras licitadas com projetos básicos.
Apesar de recém ter iniciado as investigações, o secretário Beto Albuquerque já decidiu que o Daer não realizará licitação de obra sem projeto executivo definitivo. “Uma das fontes de possibilidade de corrupção no Daer está nas licitações de obras, quase todas elas feitas com projeto básico, sem o projeto executivo. Isso que ‘starta’ um sem número de aditivos, muitas vezes numa mesma obra”, afirmou…”
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Me preocupou a frase onde está dito “o mapeamento das áreas que apresentaram problemas na autarquia nos últimos anos”.
Uma investigação séria tem que ir muito antes dos “últimos anos”, pois só será isenta se voltar no tempo de Britto, Olívio e Rigotto.
Este tipo de máquina de corrupção não começou ontem… e todo mundo sabe.