Vamos combinar o seguinte:
1) é absolutamente necessário que os conservadores tenham sua representação na sociedade. Isso é fundamental inclusive para a democracia. Até algum tempo atrás, o papel era muitíssimo bem desempenhado pelo PFL (Partido da Frente Liberal). Tinha um programa e o defendia. E, não obstante o coronelismo nordestino que o comandava, era percebido como uma força relevante junto ao eleitorado. Tudo se perdeu (é fato comprovado por números, nas urnas) a partir da criação do Democratas, hoje um partideco, do ponto de vista da inserção social.
2) Quem assumiu o lugar do PFL, em vez do DEM, foi o PSDB. Não, não comecem a xingar o editor antes do tempo. Basta ver as teses defendidas pelo tucanato, pelos que dele fazem parte e da possibilidade, pra lá de concreta, de fusão com o próprio DEM. Que está a caminho. É, segundo alguns, irreversível – dada a criação do PSD, a partir do paulista Gilberto Kassab e que ameaça, pela direita, ficar num hibridismo oposicionista/situacionista que interessa apenas aos adversários (de hoje) do PSDB.
Não, ninguém precisa concordar com isso. É da democracia. Mas é a base, pensa este sítio, para o forrobodó internético proporcionado por uma liderança conservadora como Ronaldo Caiado, de Goiás, que deitou agressão verbal contra os seus próprios (ex)companheiros, inclusive algumas figuras ilustres. Tudo para tentar manter o espólio do agônico Democratas.
Quem trata dessas cotoveladas via Twitter é o jornalista Josias de Souza, da Folha de São Paulo. Dê uma conferida no que ele escreve, compare com o escrito nos parágrafos anteriores e, então, firme tua própria convicção. Que tal? A seguir:
“Caiado ataca Jorge Bornhausen: Ele é ‘quinta coluna’
Ronaldo Caiado (GO), vice-líder do DEM na Câmara, fez duros ataques ao presidente de honra de seu partido, o ex-senador Jorge Bornhausen (SC). O deputado pendurou no seu microblog um lote de 12 notas. Redigiu-as em termos ácidos.
Abriu a bateria com uma estocada nos ex-colegas de bancada que migraram para o PSD de Gilberto Kassab. Mirou abaixo da linha da cintura: “É claro que existem os fracos de caráter e postura, que já abandonaram a oposição com menos de três meses de mandato”.
Enalteceu os remanescentes: “Os que ficaram têm a chance de consolidar a imagem de políticos de fibra, conteúdo. Não desistimos da luta, por mais difícil que ela seja!” Refugou a hipótese de fusão do DEM com o PSDB. Ao contabilizar a reduzida tropa oposicionista, lembrou a votação obtida por…”
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