Claudemir PereiraColunaPolítica

IMPRESSA. Na edição desta quinta, os indícios com cara de pacificação interna no petismo. E o caso Maciel

Você confere a seguir, na íntegra, a coluna do editor do sítio, publicada na edição desta quinta-feira, 18 de junho, no jornal A Razão:

Eles são só sorrisos. Isso significa pacificação petista? (foto Ricardo Lopes/Divulgação)
Eles são só sorrisos. Isso significa pacificação petista? (foto Ricardo Lopes/Divulgação)

Petistas com cara de alinhados para 2016

O primeiro sinal de que algo está mudando nas relações entre as principais lideranças petistas de Santa Maria foi dado em 11 de maio. Então, Valdeci Oliveira, Paulo Pimenta e Fabiano Pereira, após série de conversas prévias e individualizadas, se reuniram em Brasília. Juntos. E risonhos. Acerto político?

O segundo foi dado nesta segunda-feira. O trio, via Pimenta, anunciou a realização da plenária municipal em 4 de julho, quando começa o encaminhamento das deliberações visando a eleição de 2016. Mais: ação concreta, o levantamento da relação de Cezar Schirmer com o governo federal (e as verbas por este enviadas a Santa Maria) será coordenado por Fabiano.

Diante desses sinais, há algo concreto a anunciar que a tríade se entendeu. Mas há algo ainda sem resposta. O passarinho cantou. Não se sabe ainda onde. Se no Bairro Tancredo Neves ou em Camobi. Ou mesmo em Brasília. Ao que tudo indica, porém, não demora e se saberá.

E O CASO MACIEL…

Então, é isso: a subcomissão de ética, para apurar a conduta de João Carlos Maciel, como o leitor deste espaço está quase tão careca de saber quanto o escriba é literalmente, perdeu o rumo jamais tido. Tanto que decidiu, mesmo, nada decidir. Irá tudo para o plenário, mas sem parecer.

…VAI AO PLENÁRIO

Desmoralização talvez seja palavra forte demais. Mas o fato é que, no mínimo, faltou acuidade na hora de pensar em investigação que todos sabiam fora do contexto político. Agora? Agora é assumir o desgaste e arquivar o caso. Com essa ou outra palavra é o que acabará ocorrendo. A desculpa é a mesma que havia para não compor a comissão: o caso é policial. Ponto.

PRIMEIRO, UM FATO

Segundo o contrato de concessão do serviço de estacionamento rotativo pago via parquímetros, ao final do período o equipamento fica em poder do município. Isto é, desde o início do mês passado, a prefeitura é a gestora dos 38 equipamentos lacrados que você vê na área central da cidade. Sem uso.

AGORA, A PERGUNTA

Por que a Prefeitura, emergencialmente, não contrata (a Câmara aprovaria, com certeza) uma equipe  (que pode ser a mesma da Rek Parking) para operar o equipamento, que é público, garantindo o serviço até o fim da licitação, que pode demorar meses? Nem que seja para não abrir mão de um troco que, afinal, é da sociedade. Mas, enfim, é só uma pergunta.

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3 Comentários

  1. Kkkkk 10.0000 usam parquímetro kkkkk só na cabeça dele aqui em Santa Maria 50 mil ou mais usam parquímetros. Cada uma.

  2. Nada novo no front. São as novas velhas notícias como diz o outro.
    Os três risonhos vão fazer um dossiê sobre a administração Schirmer. Problema do Schirmer.
    Parquímetros, sei não. Muitas reclamações na cidade não passam de inconveniências particulares. Tentam travestir de "problemas" para pressionar as autoridades e facilitar a própria vida. Quanto menos claro for o problema melhor. Distinção é clara, SM deve ter 280 mil habitantes, quantos são afetados pelos parquímetros? Dez mil? Menos? Quem não quer andar a pé, use ônibus ou pegue um táxi. Voltando à vaca fria, prorrogar contrato administrativo não lembro ser tão simples. Envolve urgência, emergência, perigo à segurança, lei orçamentária, justificativa para lá de boa, etc. A solução das inconveniências de uns pode virar o crime de responsabilidade de outros.

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