VAI OU RACHA. É a hora da mudança no secretariado de Schirmer. Se bem que tem a romaria…
Foi ainda em setembro, salvo engano. Data dali a primeira dica – e este repórter a deu na forma de nota sobre uma substituição óbvia a ser feita – de que o prefeito Cezar Schirmer pretendia fazer mudanças no seu secretariado. O objetivo: azeitá-lo e moldá-lo às necessidades dos próximos (e últimos?) dois anos de governo, e insatisfeitas na primeira metade do mandato.
Aparentemente, a mudança solitária, na época se imaginava poderia ser na condução ineficiente (embora o discurso em contrário) dos recursos milionários, e ainda dos tempos valdecirianos, do PAC, teria que se multiplicar. Era a opinião de quem conta, do próprio prefeito.
Mas, onde? E quem? Dúvidas se multiplicaram e, pelo que se escuta em gabinetes próximos ao principal, no 7° andar do Centro Administrativo, de repente criou-se um consenso: pelo menos meia dúzia de modificações estava a caminho. Jogou-se para a mídia, e parte dela a aceitou com sofreguidão (este sítio, acrescente-se, não entrou no jogo), balões de ensaio. Se colar, colou.
O fato é que não dá mais para adiar. Primeiro, era a eleição. Depois, o segundo turno. Na sequencia, a Feisma. Quer dizer, as atenções de Sua Excelência, que é quem decide, estavam voltadas para esses eventos. Mais ou menos, é bom ressalvar. No meio do caminho, o próprio Schirmer, segundo os jornais, anunciou que “muitas novidades viriam”.
Afinal, quem sai? Quem fica? Quem muda de lugar para ficar onde está? Tudo é dúvida. Que, e o editor sentiu isso em pelo menos um trio de interlocutores, envenena as relações pessoais/político/administrativas no centro do governo.
De todo modo, uma decisão tornou-se inadiável. Afinal, não há mais o que justificar o “atraso”. Quer dizer: o prefeito vai mudar seu secretariado. E tem que ser imediatamente. Ou não mudará mais. Entre outras razões porque ninguém acreditará. A menos, claro, que se resolva esperar pela Romaria, que acontece no próximo domingo. Bem, depois tem o Natal, o Ano Novo, o carnaval…
EM TEMPO: este editor, pelo que conversou nos últimos dias, inclusive com o prefeito, não tem informação alguma. Até porque essa matéria-prima, ao contrário da especulação pura e simples, andou escassa. Por isso, só tem uma convicção: Tubias Calil volta ao secretariado. E vai para pasta que tenha recursos ou que eles sejam garantidos no orçamento. Afinal, é homem da confiança de Schirmer e será colocado em função vital para o governo, conforme a escolha do comandante. E o resultado eleitoral pífio não parece ter abalado a relação política. Quem sai? Bem, os jornais estão cheios de especulações. Cada um que escolha a sua. Aqui, não.
SIGA O SITÍO NO TWITTER





Haja vela prá essa gente do Schirmer pagarem as promessas,e haja ouvido para Santa ouvir as novas!
O Tubias,tá sujeito não ir na Romaria.
Está rede – vaí ter TUBARÃO GRANDE – quem viver verás.