IMPRESSA. Na coluna desta quarta-feira, Câmara e a lei Antipichação. E a estratégia dos partidos para 2016
Você confere a seguir, na íntegra, a coluna do editor do sítio, publicada na edição desta quarta-feira, 24 de junho, no jornal A Razão:

Primeiro projeto polêmico na pauta
O vereador Cezar Gehm anunciou segunda-feira, no Gabinete de Gestão Integrada, que provavelmente amanhã, já cumpridas as fases necessárias, inclusive audiência pública, a Câmara deve votar o projeto de lei que permite aumentar as multas aos pichadores e/ou seus responsáveis. Será necessário acordo de líderes e uma sessão extraordinária. Mas isso, a história já demonstrou, é perfeitamente possível.
Assim, abre-se o período de votações de projetos polêmicos no parlamento. O próximo tende a ser o que muda o Plano Diretor, para facilitar a ampliação do Hospital da Unifra conforme o projeto original. Em seguida, há a proposta de Deili Granvile, que proíbe o consumo de bebidas alcoólicas no espaço público.
Bueno, nenhum dos projetos é exatamente unanimidade. Mas prevê-se que pelo menos dois (antipichação e pró-Unifra) passarão com relativa facilidade, apesar dos protestos de grupos bem definidos. A conferir.
PARTIDOS NÃO…
Ninguém percebe. Ou, ao menos o grande público não nota. Mas os partidos políticos, os mais relevantes na vida da cidade sobretudo, se mexem e muito visando o pleito de 2016. O PT, por exemplo, dá prioridade ao cotejo do troco federal carreado para Santa Maria com as obras realizadas. Já no início de julho a ideia é ter alguma coisa a respeito.
…ESTÃO PARADOS
O Partido Progressista, mais do que nunca sob comando político de José Farret, vai ouvir o vice-prefeito, também no início de julho. Será possível colher um bom indício do que ele pretende: concorrer mesmo a prefeito ou somente cacifar o partido para uma aliança que lhe garanta protagonismo em 2016.
OS MÉDIOS ESPERAM
Em algum momento, entrarão no jogo agremiações hoje na espera. Ainda que tenham, legitimamente, seus próprios planos, parece evidente que, sem mudança significativa na lei eleitoral, partidos como DEM, PTB e PR, sobretudo, mas também PSB e o próprio PPL de Werner Rempel, precisam esperar a definição dos grandões. O que ainda deve demorar um pouco.
OS PEQUENOS IDEM
Excetuando a esquerda-esquerda, que pode apresentar nome único (ou o PSOL, sozinho, irá à disputa), todos as demais siglas menores da cidade não têm saída; irão negociar politicamente seu apoio (e 20 segundos de rádio e TV). Não há indicativo apontando algo novo do já havido nas últimas eleições.





A única coisa que dá para antever das eleições de 2016 é que nem as moscas irão mudar.
Dois projetos bons tem que colocar uma multa de um valor alto para os pichadores se não pagar aguardar o pagamento na cadeia, e o outro do plano diretor tambem e bom precisamos de hospital, e o terceiro é de quem tem pouco o que fazer.