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Não custa lembrar. Banalização das CPIs faz com que ninguém chie quando elas acabam

Olha só a nota que publiquei na madrugada de 19 de maio de 2007, um sábado:

“Pedágios. E vai mesmo sair a CPI que pretende debater concessões rodoviárias no Rio Grande    

Depois de muito enrola-enrola, aparentemente vai ser instalada mesmo a Comissão Parlamentar de Inquérito que, na Assembléia Legislativa, pretende analisar a situação dos pedágios nas rodovias gaúchas concedidas em 1997, pelo Governo do Estado – então tendo como titular o hoje líder empresarial Antônio Britto.

 

Há queixas, muuuitas queixas. Que vão do preço da tarifa às condições das estradas, passando pela quantidade de postos de cobrança. E isso em algumas regiões (ou pólos rodoviários) é simplesemente insuportável aos usuários. E, por tabela, às populações que vivem nelas..

Para conferir a íntegra da nota, clique aqui.

 

PASSADO EXATAMENTE UM ANO, é possível afirmar que aquela CPI (apelidada “dos pedágios”) foi instalada. E, quando estava ficando boa, terminou o prazo. Que não foi prorrogado. O mesmo que, é a tendência, acontecerá agora com a CPI do Detran. Esta porque, além da disposição da base governista, que pretende barrá-la, não foi (e alguém acrditava?) além do que a Polícia Federal e o Ministério Público, que a investigam há pelo menos um ano.

 

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