Não custa lembrar. Após 2 anos, ainda tem gente querendo saber por que Rigotto perdeu
Olha só a nota que publiquei no meio da madrugada de 30 de abril de 2006, um domingo:
Germano Rigotto corre atrás do tempo perdido
Germano Rigotto não estava blefando. Muito menos tentando enganar seu partido ou, o que seria pior, o fiel eleitor peemedebista. Ele não queria meeeesmo ser candidato à reeleição ao governo gaúcho. E por que, então, vai concorrer? Entre outras razões, porque não tem o direito pessoal de desistir da política. Esse odontólogo por formação, mas político de coração e mente, não poderia se aposentar, aos 56 anos – como diz, na edição deste domingo, do jornal Zero Hora, a atilada repórter Dione Kuhn.
Mas Rigotto resistiu o quanto pode ao inevitável, especialmente depois de ver derrotada (daquele jeito, mas derrotada) sua intenção de candidatar-se à Presidência da República. Mas será, enfim, candidato. E agora? Agora os outros partidos de sustentação de seu governo já colocaram o time em campo há muuuito tempo. E há, até, irreversibilidade em suas pretensões, com candidaturas sem volta. Por conta disso, é muito provável que o PMDB e Rigotto só tenham como parceiros, ao menos no primeiro turno, o PTB que, por sinal, está muito assanhado e quer mais que a indicação do vice e de algumas secretarias.
De qualquer forma, e ainda que mantenha a condição de favorito contra, por exemplo, o supostamente maior oponente, o petista Olívio Dutra, Rigotto tem que…
Para conferir a íntegra da nota, inclusive a reportagem por ela citada, acesse aqui .
PASSADOS EXATAMENTE 2 ANOS, ainda tem peemedebista tentando entender por que perdeu o pleito de 2006. Dizia-se que, mesmo com atraso na campanha, Germano Rigotto era o favorito. E que seu adversário maior era Olívio Dutra, do PT. Pois, o fato é que o então governador, num movimento que muitos dizem aconteceu nos últimos dias de campanha, ficou fora até mesmo do segundo turno. Quem venceu? Yeda Crusius, correndo por fora.
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