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Não custa lembrar. A Rodin e a Xadrez também foram feitas com autorização judicial

Publiquei, no início da madrugada de 26 de maio passado, a seguinte nota:

“É tudo… questão de falta de vergonha. E não apenas (creia) dos políticos que elegemos

escrevi aqui, e não mudei de idéia ainda, que a corrupção não se dá apenas nos altos escalões. Nem nos médios ou baixos, seja de que governo for. A corrupção está incrustrada na sociedade. Aqui mesmo, bem perto de você. Ou de mim.

Dito isto, chega a ser constrangedora a postura dos políticos, inclusive as dos notoriamente inocentes (até prova em contrário: eu falei p-r-o-v-a). Em vez de procurar apoiar a investigação, buscando recolher o que de bom (e há muito) que ela traz, tentando, na medida do possível, separar o joio do trigo (e ficar com o trigo), monta-se uma estratégia de desmoralização do investigador.

É exatamente isso. Sem tirar nem pôr. A idéia, que começa a tomar corpo, é desqualificar o trabalho da Polícia Federal, uma das mais eficientes organizações do País. Que tem problemas, por certo, mas está agindo. Inclusive com o respaldo da chefia maior – no caso, o Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, sob a interveniência direta do Ministro da Justiça, Tarso Genro.

Aliás, nunca é demais esquecer, que todas as prisões feitas até aqui foram sob os auspícios legais. Assim como as escutas telefônicas, devidamente autorizadas pelo Judiciário – mais exatamente pelo… (para ler a nota na íntegra, clique aqui)

PASSADOS EXATAMENTE SEIS MESES: A nota acima comentava a Operação Navalha, que recebia algumas críticas. Só para constar, ainda que não tenhamos nos sentido muito confortáveis (afinal, as pessoas e instituições atingidas nos são muito próximas), tanto a Operação Rodin quanto a Xadrez foram realizadas sob estrita autorização judicial.

 

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