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Diárias. E alguém supunha, meeesmo, que os edis pudessem reduzir os valores? Hehehehe!

A grande verdade é uma só: não há, na média dos edis, qualquer interesse em mudar o que está bom. Pra eles. Aí, vale qualquer argumento, mas qualquer mesmo, inclusive dizer que a “diária de Santa Maria é menor do que outras”. E daí? O que interessa é a daqui. Ou não?

Também teve gente que votou contra o projeto do vereador Vilmar Galvão, porque não incluía o executivo. Está bem. Mas uma coisa não é uma coisa e outra coisa não é outra coisa? E mais: se para votar o projeto anti-nepotismo diz-se que é inconstitucional porque fala também do Executivo, agora o argumento não vale? Ora, amigo, claro que não vale. Tudo depende do interesse. E, no caso, o interesse é manter tudo como está. E ponto.

Agora, lembro o e-mail daquele leitor, que publiquei na tarde desta quinta-feira (vai a uma nota que está lá mais embaixo e confira) em que ele fala das diárias da empresa em que trabalha. E que, além de menor (mas rigorosamente decente), o funcionário precisa justificar tudo o que gastou. Se bem que quando o dinheiro é publico, sempre há quem ache que se pode fazer o que quiser. Como aconteceu ontem, na Câmara de Vereadores. Se bem que, cá entre nós, alguém acreditava mesmo que os edis fossem reduzir os valores das diárias? E ainda por cima obrigar-se a prestar contas? Hehehehehehe.,

Sobre a decisão dos vereadores, de manter tudo como está, porque assim é bom (pra eles), leia o relato feito pelo jornal A Razão, que o publica na sua edição desta sexta:

”Vai permanecer tudo como está
Projeto que limitava gastos durante viagens de vereadores foi rejeitado na Câmara por nove votos a cinco

O projeto que propunha a indenização de despesas de locomoção e inscrições em eventos por parte dos integrantes da Câmara Municipal de Vereadores foi rejeitado, na sessão de ontem, em segunda votação por nove votos a cinco. A matéria, de autoria de Vilmar Galvão (PT), estabelecia valores máximos para gastos com alimentação (R$ 20,00 por refeição) e hospedagem (R$ 100,00) para os vereadores durante viagens a serviço. Além disso, a prestação de contas, com o relatório da viagem, deveria ser feita no plenário pelo próprio edil.

“É razoável para a Casa estabelecer esses limites. Já ouvi comentários de que vereadores estariam usando viagens para juntar alguns trocados. Com esse projeto, isso se extingue”, defendeu Galvão antes do projeto ser votado.

Os vereadores contrários à proposta argumentaram que o valor proposto não traria muita economia para o Legislativo, já que uma pernoite (R$ 100,00 ) e mais três refeições (R$ 60,00) somariam R$ 160,00, R$ 10,00 a menos que a atual diária, que é de R$ 170,00. “A Câmara de Santa Maria tem uma das diárias mais baixas da região”, argumentou Cláudio Rosa (PMDB), que votou contra. A não abrangência do poder Executivo também foi uma das justificativas para quem não aprovou a proposta.

Após manifestações, contrárias e a favor, dos vereadores, a votação foi nominal. O placar foi de nove votos contra e cinco a favor. Durante as justificativas de alguns vereadores, Jorge Pozzobom (PSDB) e Sérgio Cechin (PP) sugeriram a elaboração de outro projeto que discipline também as diárias no Executivo.

Com o resultado, os vereadores seguem tendo uma diária no valor R$ 170,00 para usar durante as viagens, que devem ser autorizadas pela Câmara. As notas apresentadas no relatório de viagem não precisam somar o valor total da diária, apenas …


SE DESEJAR ler a íntegra da reportagem, pode fazê-lo acessando a página do jornal na internet, no endereço www.arazao.com.br, ou na versão impressa, nas bancas nas primeiras horas desta sexta-feira.

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