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Ateísmo e falsa fé. Luciano Ribas reflete sobre Moisés, católicos, hebreus. E Saddan Hussein

”No essencial, porém, são concordantes e constituem um código moral que proíbe o furto e o adultério, manda honrar os progenitores, guardar os domingos (ou os sábados, na versão original), ser casto, não blasfemar e amar a Deus. Proíbe de forma explícita e contundente o assassinato: para os hebreus a fórmula é “não assassinarás” e inclui o veto ao suicídio; aos cristãos a ordem também é taxativa, “não matarás”.

Como muitos sabem, sou ateu. Não por culpa da minha mãe, que tentou me fazer um sujeito religioso. Informo, inclusive, que até a catequese ela conseguiu me obrigar a fazer (fato com comprovação iconográfica, até). Os verdadeiros culpados são os livros e as reflexões que eles catalisam. Talvez seja por isso que a Igreja tenha o tal do Index e que os nazistas os queimaram em praça pública.

Mas ser ateu não me faz um homem sem fé. Crer é uma capacidade humana da qual não podemos abdicar, mesmo que a crença seja na própria humanidade e nas suas possibilidades mais positivas. Também não me excluiu totalmente dos que se dizem cristãos, simplesmente porque a cultura na qual cresci é cristã e ocidental.”


Os parágrafos acima são parte do artigo ”Não matarás!”, do colaborador dominical deste site, Luciano Ribas – e que acabo de postar. Basta ir à caixa de “Artigos”, ao lado, para lê-lo na íntegra. Boa leitura!

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