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ORÇAMENTO. CDL pede a reabertura da Rua Sete, reforma de praças e melhorias no Distrito Industrial

Entidade foi uma das poucas presentes na audiência pública na Prefeitura

Reabertura da Rua Sete de Setembro, uma das reivindicações feitas pela Câmara de Dirigentes Lojistas na audiência pública da Prefeitura

Por José Mauro Batista (Com foto de Arquivo) / Editor do site Paralelo 29 (*)

A presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Santa Maria, Maria Elizabeth Flores, apresentou uma lista de reivindicações da entidade à Prefeitura, entre elas a reabertura da Rua Sete de Setembro, a reforma de praças e parques e melhorias no Distrito Industrial.

A CDL foi uma das poucas entidades a participar da audiência pública sobre o orçamento de 2026, realizada na tarde dessa quarta-feira (22), no Centro Administrativo. A proposta orçamentária para o ano que vem é de R$ 1,624 bilhão.

De acordo com Elizabeth, o fechamento da Rua Sete, ocorrido em janeiro de 2019, trouxe sérios prejuízos ao comércio que existia naquela região.

Questão política, diz secretário

O secretário da Fazenda, Luiz Oliveira, explicou que o orçamento contém as ações gerais dos programas de governo definidos em eixos temáticos e ponderou que no caso específico da Rua 7, que liga o Centro da cidade ao Bairro Perpétuo Socorro, na zona Norte, há uma questão política.

Em janeiro deste ano, o vereador Marcelo Bisogno (União Brasil) propôs a criação de uma Frente Parlamentar na Câmara para a reabertura da Rua 7.

A ideia é sensibilizar autoridades federais, principalmente do Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (DNIT), que determinou o fechamento da via como contrapartida à construção do Viaduto da Gare, também conhecido como Túnel da Rio Branco.

Outras reivindicações da entidade

  • Reabertura da Rua Sete
  • Duplicação da Rua Duque de Caxias em direção à Medianeira
  • Melhoria na infraestrutura do Distrito Industrial, com o asfaltamento de vias
  • Parcerias Público-Privadas (PPPs) para reforma de praças e parques
  • Mais policiamento na Rua do Acampamento
  • Revitalização do Centro
  • Novo Aeroporto

O que disse a prefeitura

  • Reabertura da Rua Sete: Trata-se de uma questão mais de nível político. Para lembrar, o fechamento foi determinado pela Justiça em razão de um pedido do DNIT referente à cláusula contratual da construção do Viaduto da Gare
  • Duplica da Rua Duque de Caxias: O Município teria que buscar recursos e aguarda a liberação de um financiamento de R$ 194 milhões, já autorizado pela Câmara de Vereadores, para um plano de obras que prevê melhoria na infraestrutura
  • Melhoria no Distrito Industrial: O secretário Luiz Oliveira destacou algumas obras feitas no local e disse que ações constam nos programas de governo
  • Reforma de praças: Buscar recursos de fora, como emendas parlamentares, seria uma solução
  • Policiamento na Rua do Acampamento: O secretário de Segurança e Ordem Pública ponderou que tem falta de pessoal e lembrou que há ações, dentro das possibilidades existentes
  • Revitalização do Centro: Os representantes da Prefeitura ressaltaram que já houve avanços, como as reformas do Calçadão Salvador, da Praça Saldanha Marinho e da Gare. O vereador Givago Ribeiro (PSDB), líder do governo, destacou, ainda, o projeto Espaço Garajão, apresentado em Brasília pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que pretende utilizar a estrutura de um prédio antigo existente na Rua Astrogildo de Azevedo, ao lado da antiga Reitoria
  • Aeroporto: O secretário da Fazenda, Luiz Oliveira, ponderou que o custo de um novo aeroporto torna essa pretensão inviável. Ele lembrou que a melhor solução seria a ampliação do Aeroporto Municipal, que fica dentro da Base Aérea de Santa Maria (Basm), assunto que está sendo tratado com o comando da Força Aérea Brasileira (FAB) para melhorias na pista

Projeto de orçamento vai para a Câmara

Após a audiência pública dessa quarta-feira, a Prefeitura de Santa Maria deverá enviar à Câmara de Vereadores, ainda esta semana, o projeto de lei com a previsão orçamentária de R$ 1,624 bilhão. De acordo com o secretário Luiz Oliveira, a Prefeitura tem poucos recursos disponíveis para investimentos, dependendo de dinheiro de fora, como empréstimos e emendas.

PARA LER NO ORIGINAL, CLIQUE AQUI.

(*) Esse material foi publicado com a autorização do editor do Paralelo 29, dentro do acordo de parceria que une os dois sites.

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4 Comentários

  1. ‘Duplica da Rua Duque de Caxias: O Município teria que buscar recursos e aguarda a liberação de um financiamento de R$ 194 milhões, já autorizado pela Câmara de Vereadores,[…]’. Caxias vai ganhar aeroporto com custo entre140 e 270 milhões de reais. Duplicação irá demorar decadas e custar muito mais do que isto. Vai resolver o problema de quem? Do pessoal que vai para a UFSM? Não tem engenharia de trafego logo vai na base do chute.

  2. ‘O secretário da Fazenda, Luiz Oliveira, ponderou que o custo de um novo aeroporto torna essa pretensão inviável.’ Quando fizeram a UFSM o custo também não era inviavel? Falta culhão isto sim. E volume de passaeiros para linhas aereas.

  3. ‘que determinou o fechamento da via como contrapartida à construção do Viaduto da Gare, também conhecido como Túnel da Rio Branco.’ Viaduto foi construido com justificativa de fechamento da rua por motivos de segurança. Quiseram dar um migué, judicializou-se o problema e deu no que deu. Existe sentença a respeito logo não é só politico.

  4. ‘propôs a criação de uma Frente Parlamentar na Câmara para a reabertura da Rua 7.’ De onde menos se espera dai que não sai nada mesmo.

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