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Não custa lembrar. As dores que ensinam a gemer. Governadora Yeda mudou, e para melhor

Confira a seguir nota publicada no início da madrugada de 5 de dezembro de 2006, uma terça-feira:

“Novo governo. Sutileza não é exatamente uma característica da governadora Yeda Crusius

Não tive acesso, ainda, aos jornais que começam a circular daqui a pouco, nesta terça-feira. Desconheço, portanto, o que os colegas possam ter comentado acerca da entrevista concedida (aliás, solicitada por ela própria, como eu ouvi, às 2 e pouco da tarde, na Rádio CDN) pela governadora eleita Yeda Crusius, ao jornalista Lasier Martins, na Rádio Gaúcha.

Mas uma coisa eu sei, e vou dizer agora, antes que me cobrem mais tarde: a governadora tem todo o jeito de que vai se complicar com os profissionais independentes. Vou repetir: independentes. E mais: terá certamente problemas com seus parceiros de consórcio governamental. A forma, não tem outra palavra, irônica como se referiu às reuniões dos partidos na Assembléia Legislativa, e mesmo às queixas de alguns partidos, inclusive aos que faze parte da coligação que a elegeu: o PSDB, ao qual ela é filiada, e o PFL, do qual faz parte o vice-governador, Paulo Feijó.

Aliás, pelo que foi possível interpretar da entrevista da governadora, ao PFL restará um papel terciário, no máááximo, em seu governo. E ao PSDB, por mais que tenha cinco nomes no primeiro escalão (ainda que não secretários, necessariamente), sobrará um papel subalterno. Resumindo: encrenca, da grossa, a caminho
.…”

Para conferir a íntegra da nota, clique aqui.

 

PASSADOS EXATAMENTE 16 MESES, é possível afirmar, com absoluta certeza, que a governadora Yeda Crusius mudou bastante de postura. Tanto que até tem colecionado vitórias na Assembléia Legislativa – o que foi artigo raro no primeiro ano de mandato, quando o que estava em discussão era projeto importante, estratégico. O que aconteceu desde então? Simples, a Chefe do Executivo, ainda que mantendo eventualmente (é característica de sua personalidade, que não vai mudar) uma postura sibilina, quando não denotando arrogância, começou a dialogar. Isso mesmo, conversar. Inclusive com sua base aliada. E o que é a política, senão a arte de bater papo, até que se chegue a um mínimo de convivência, para alcançar o entendimento? Quer dizer: a governadora mudou. E ganhou com isso.

 

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