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Antes do grampo.Mais uma revista explora denúncias do PSOL. Olhar nacional sobre Yeda Crusius

Semana passada, foi a Carta_Capital, que dedicou, para a região sul do País, capa com a governadora Yeda Crusius. O assunto: as denúncias de Luciana Genro e Pedro Ruas, do PSOL – que, mesmo sem mostrar as provas, causam muito nervosismo, pois até agora ninguém disse que elas, efetivamente, não existem.

 

Agora é a revista IstoÉ, aue tem uma circulação bem maior no país inteiro. Em texto dos compridões, trata do mesmo assunto, avançando sobre a investigação em torno da morte do ex-representante do governo gaúcho em Brasília, Marcelo Cavalcanti. Decididamente, não é uma boa propaganda para o governo do Rio Grande. Confira você mesmo o texto abaixo. A reportagem é assinada por Luiza Villaméa. A foto (em arquivo) é de Itamar Aguiar. A seguir:

 

“Cercada por todos os lados
Um suicídio e a delação premiada de um lobista colocam a governadora gaúcha como alvo de procuradores e estudantes

 

Quando ganhou a eleição de maneira surpreendente, rompendo com 11 anos de alternância entre o PT e o PMDB no Palácio Piratini, Yeda Crusius parecia ser uma novidade para os gaúchos: paulista, tucana e mulher, ela prometia renovar a polarizada política do Rio Grande do Sul. Em três anos, saneou as finanças do Estado, mas um escândalo de corrupção no Detran local colocou seu projeto de ser a terceira via numa contramão macabra.

No dia 17 de fevereiro, um Toyota Corolla amanheceu vazio sobre a ponte Juscelino Kubitschek em Brasília. Ele pertencia a Marcelo Cavalcante, 41 anos, cujo corpo foi encontrado no dia seguinte, boiando no Lago Paranoá. Até julho do ano passado, ele comandava a representação do governo do Rio Grande do Sul em Brasília. Sua demissão foi uma tentativa de Yeda de se afastar do escândalo do Detran. Considerado testemunha- chave, ele tinha um depoimento marcado para 5 de março e pretendia negociar com o Ministério Público a delação premiada, dispositivo legal que permite a redução da futura pena em troca de informações privilegiadas.

Cinco dias antes de o carro ser encontrado sobre a ponte, Cavalcante havia desaparecido de casa, mas enviara mensagens à mulher, Magda Koenigkan. Dizia que “estava indo para outra vida”. Abalada com a morte do marido, Magda diz que vai esperar a investigação. “Para mim está sendo muito difícil, pois colocaram como suicídio”, afirma ela. “Estou passando por uma pressão violentíssima, há uma investigação grande …”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

 

SUGESTÃO DE LEITURA – confira aqui, se desejar, também outras reportagens produzidas e publicadas pela revista IstoÉ.

 

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