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Pós-Eleição. Pauta do governo, agora, é a reforma política. E você também pode se manifestar

Depois de uma pausa para a campanha eleitoral, antigos assuntos voltam à pauta. E o governo, através do ministro da Justiça, Tarso Genro, quer agilizar a reforma política. Aquela mesma que, há dois anos, houve quem imaginasse possível (inclusive este repórter) e que foi soterrada pelos interesses políticos-partidários-corporativos no Congresso Nacional.

 

Pois bem, agora há nova tentativa de fazer vingar idéias como o financiamento público de campanha, voto em listas para os pleitos proporcionais, cláusula de barreira, fidelidade partidária, etc etc etc. Um conversê danado que, pelo menos aqui neste sítio, ninguém acredita possa se transformar em lei. Embora sejam todas ótimas idéias e que fortalecem a representação política. Aliás, talvez seja por isso que não vinguem.

 

Em todo caso, você também pode dar seu pitaco nestas propostas. Elas estão em “consulta pública”, no sítio do ministério da Justiça. Sobre isso, e as intenções do governo, vale a pena conferir reportagem publicada na versão online do Jornal do Brasil. A seguir:

 

 

“Agora, governo se dedica à reforma política

 

Encerradas as eleições municipais, o governo vai agora se empenhar para viabilizar a reforma política já na sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As articulações estão sendo coordenadas pelo ministro da Justiça, Tarso Genro, que colocou na internet (www.mj.gov.br), para consulta pública, cinco anteprojetos de lei e uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que virariam do avesso o atual sistema político.

 

O governo quer financiamento público exclusivo para as campanhas eleitorais, lista partidária, fidelidade, inelebilidade para candidatos com ficha suja condenados em segunda instância, mudanças nas regras de coligação e cláusula de barreira que avalie o desempenho dos partidos.

 

Prorrogada até 15 de novembro, a campanha da consulta pública aberta pelo Ministério da Justiça já contou com sugestões de cerca de 100 entidades da sociedade civil – entre elas a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – propondo alternativas aos projetos do governo, mas todas favoráveis à reforma política…”

 

SUGESTÃO DE LEITURA – confira aqui a íntegra a reportagem “Agora, governo se dedica à reforma política”, de Vasconcelo Quadros, na versão online do Jornal do Brasil.

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