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Aqui, não! Você acreditou, mesmo, que sairia reforma política? Pois tire o cavalinho da chuva

Quem é leitor deste sítio não foi enganado. Aqui, a aposta sempre foi que a reforma política (como também a tributária) não iria avante, por mais que as lideranças dos principais partidos tivessem se comprometido com a idéia e, mais que isso, até propusessem a redução dos temas (fidelidade partidária, voto em listas e financiamento público) para facilitar a aprovação, por mínima que fosse.

 

Mais: a convicção deste (nem sempre) humilde repórter é que somente um congresso constituinte exclusivo para esse fim poderá fazer a reforma. Por quê? Como serão favoráveis à reforma os atuais parlamentares, sejam deputados e/ou senadores, se quaisquer mudanças significará risco para eles? Simples assim.

 

Bem, mas há quem acredite em Papai Noel, por que não em reforma política? Olha só o resultado para os crentes nessa possibilidade, como conta o jornalista Josias de Souza, da Folha de São Paulo, com foto de Antônio Cruz, da Agência Brasil:

 

“Governistas desistem de votar a ‘reforma política’

 

Caiu em desgraça o projeto de reforma política que o governo tentava levar a voto no plenário da Câmara. O voto em lista fechada e o financiamento público de campanha tomaram o rumo do arquivo. Nem devem ser incluídas na pauta. A sentença de morte das duas teses foi selada num jantar ocorrido na noite de terça-feira (19). Deu-se na casa do deputado Ricardo Barros (PP-PR).

 

Compareceram ao repasto o ministro José Múcio (foto) (Coordenação Política) e os líderes dos principais partidos do consórcio governista. Das seis legendas representadas no jantar, quatro informaram que votariam contra a reforma: PSB, PR, PP e PTB.

 

Diante da resistência, as outras duas – PMDB e PT, maiores defensoras do projeto -jogaram a toalha. O próprio José Múcio deu meia-volta. Dois dos líderes presentes –Sandro Mabel, do PR; e Rodrigo Rollemberg, do PSB – informaram que…”

 

 

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

 

SUGESTÃO DE LEITURA – confira aqui, se desejar, também outras notas e artigos publicados por Josias de Souza, da Folha de São Paulo.

 

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