SENADO. Votações? Só na metade de outubro, depois do primeiro turno da eleição. E aqui também é assim
Ok, ok, ok. É fácil criticar o Senado (no caso) e a Câmara dos Deputados. E até a Assembleia Legislativa. Só não se vê, na mídia tradicional santa-mariense, qualquer restrição ao fato de o legislativo da comuna estar simplesmente parado, desde que começou a campanha. Aliás, não tem nem notícia, nas emissoras de rádio e televisão e nos jornais da boca do monte.
Dito isto, a informação: os senadores não programam qualquer apreciação de projeto. Apenas depois do primeiro turno da eleição municipal, como você confere no material da Agência Senado, em reportagem de Augusto Castro. A seguir:
“Votações serão retomadas a partir de 16 de outubro
Caso não seja mais convocado nenhum esforço concentrado extraordinário, o Plenário do Senado Federal volta à normalidade na terceira semana de outubro. Sessões deliberativas ordinárias estão agendadas a partir da terça-feira (16) em diante. Uma das prioridades será a votação da Medida Provisória 572/2012, que autoriza a liberação de R$ 381,2 milhões para as populações atingidas por desastres ou calamidades na região Nordeste. Se não for votada, essa MP perde a validade no dia 17.
Esses recursos são usados para a compra de veículos, reboques, carros-pipa, reservatórios para transporte de água, bombas d’água, geradores, máquinas e equipamentos. Além de execução de obras emergenciais, capacitação técnica de pessoal para o emprego dos equipamentos, contratação de mão de obra terceirizada e obtenção e manutenção de postos de abastecimento de combustíveis para atendimento à população.
De 1º a 5 de outubro serão realizadas sessões não deliberativas no Plenário do Senado, às 14h de segunda a quinta e às 9h na sexta-feira. Na segunda-feira (8), além da costumeira sessão não deliberativa às 14h, também será realizada sessão especial às 10h, destinada a comemorar o Dia do Administrador. Nos dias 9, 10 e 11 de outubro também…”
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E o que você acha será que aprovarão a lei da obrigatoriedade do diploma para os jornalistas?
A classe é tão deunida que não luta pela causa?