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”Ele é o cara”.Frase da semana (ou do ano?), a quem beneficiou? Lula, claro. E também a Obama

Mais até do que a ajudinha que o Brasil poderá dar ao Fundo Monetário Internacional (não é uma ironia?!), o grande assunto da semana, no Brasil e em parte do mundo, foi o encontro do G 20 – o grupo de países que têm as maiores economias do planeta. No trololó, a frase do ano, do ponto de vista tupiniquim: “ele é o cara”, disse Barack Obama, referindo-se a Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente brasileiro.

 

O que significou essa frase? A quem ela beneficiou? Haverá desdobramentos? Essas perguntas se prestaram a interpretações variadas, conforme o gosto (e a opinião político-ideológica de cada um). Mas a melhor delas, publicada num veículo da mídia grandona, na minha (nem sempre) modesta avaliação, foi dada pelo jornalista Kennedy Alencar, da Folha de São Paulo. A foto (de arquivo), distribuída pela Agência Brasil, é de Ricardo Stuckert. Confira:

 

“Obama é o cara

 

O encontro do G-20 em Londres foi muito positivo para o Brasil, um dos países que mais brigaram para que o G-8 fosse ampliado e passasse a dar ouvidos a economias emergentes antes ignoradas.

 

O G-20 reúne as 20 maiores economias –responsáveis por cerca de 80% da produção planetária. O G-8 é o grupo dos sete países mais industrializados mais a Rússia, uma potência militar de peso.

 

É inegável o mérito da política externa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no sentido de pressionar os países mais ricos a levar em conta o que pensam as nações em desenvolvimento e as mais pobres.

 

Lula abandonou a retórica do coitadinho. Mesmo sofrendo críticas internas de mania de grandeza, agiu como líder de um país de peso, com concessões aos mais pobres e críticas aos mais ricos.

 

Os exemplos são muitos. Há a missão brasileira no Haiti a serviço da ONU (Organização das Nações Unidas). O Brasil estreitou laços com países africanos e árabes. Assumiu posições ousadas nas negociações da emperrada rodada Doha. Não adotou tom imperialista com a Bolívia. Mediou com maturidade o esquerdismo infantil de Hugo Chávez, mas também soube reconhecer méritos do…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

 

SUGESTÕES DE LEITURA – confira aqui, se desejar, também outras artigos publicados pelo jornalista Kennedy Alencar, na coluna “Pensata”, publicada na versão online da Folha de São Paulo.

Leia também o artigo “A hora de Lula e do Brasil”, de Paulo Moreira Leite, da revista Época.

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