“Dois casais em quatro bancos no ônibus. Nos da frente, dois jovens em pleno clima de descobertas. Risinhos, olhares tímidos e toques na mão, na perna, um carinho no rosto.
Nos de trás, um casal de, no mínimo, uns 40 anos de união. Os dois quietos, apenas aguardando o fim da viagem. Vez ou outra, a senhora perguntava se ele queria um refrigerante ou um pastel da marmita que havia levado. Mas era só. Nada de conversa. Nada de mimos. Ele respondia com a cabeça.
Vendo as duas cenas distintas, minha pergunta é uma só: O casamento (entendido como união, da forma que seja) acaba com o romantismo? Será que o segundo casal começou com clima romântico, idealizando o amor, morrendo de tanto chamego e com a dor que o sentimento proporciona?…”
CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “É sempre amor, mesmo que mude”, escrita pela jornalista Daiani Ferrari, colaboradora habitual deste sítido, às sextas-feiras. O texto foi postado agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!
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