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DEMORA, MAS… Chegará o dia em que se debaterá o oligopólio da mídia no Brasil

Levantamentos confiáveis (inclusive tendo por base documentos oficiais) dão conta que a mídia brasileira é controlada por cinco famílias. Não, você não leu mal; são cinco meeeesmo. Obviamente que não tem, em seu nome, todos os veículos que estão sob seu comando. Mas há alianças, coligações, contubérnios, tudo isso junto, para garantir que são elas que mandam. E ponto.

Ponto, nada. A sociedade começa a reagir. Lentamente, muuito lentamente. Inclusive porque, por conta de seu peso, as controladoras do pedaço têm muito poder. Mas já tiveram mais. E chegará o dia em que, nem precisa ser como na Argentina, pode ser como nos Estados Unidos – em que os oligopólios existem, mas têm um limite bastante aceitável.

Ah, para contrapor, uma opinião, digamos, “radical”. No sentido de oposta ao sentimento dominante. Alguns não irão gostar. Paciência. É importante ler. Aqui, neste (nem sempre) humilde espaço, há condições para que se estabeleça o contraditório.

Portanto, sugiro a leitura do experiente jornalista Mair Pena Neto, que trabalhou num punhado de grandões da mídia, inclusive n’O Globo e no falecido Jornal do Brasil. Nem que seja para discordar, leia. Ah, o texto foi publicado no instigante sítio “Direto da Redação”, editado por Eliaquim Araújo e Leila Cordeiro. A seguir:

O temor da mídia

O argentino e prêmio Nobel da Paz Adolfo Perez Esquivel escreveu um artigo, “A contaminação informativa”, que pode ser lido no site Carta Maior, no qual reafirma a necessidade da Lei de Meios Audiovisuais, aprovada pelo parlamento argentino, por romper os monopólios da informação, gerar o pluralismo jornalístico e recuperar a liberdade de imprensa.

A leitura do artigo de Esquivel se encaixa perfeitamente à realidade brasileira, da América Latina e do mundo, onde a concentração da informação em pouquíssimas mãos distorceu completamente os conceitos de liberdade de expressão. A informação passou a ter donos que a manipulam ao seu bel prazer. Isso ficou evidente a nível global no endosso midiático às esfarrapadas justificativas para a guerra do Iraque, e sobressai na América Latina, particularmente durante os períodos eleitorais.

Com o avanço das forças populares na América Latina, este monopólio da informação passou a se sentir ameaçado. Depois de ditar as regras nos últimos 50 anos, elegendo e derrubando governos, conspirando e fomentando golpes de Estado, os meios de comunicação, impressos e eletrônicos, começaram a enfrentar a reação da sociedade e de seus governantes. Hugo Chávez, que chegou a ser retirado do Palácio de Miraflores por um golpe civil-midiático, retomou o poder pelo apoio popular, e, legitimado por ele, passou a enfrentar os meios de comunicação, o que antes seria inconcebível. Concessões públicas, como são emissoras de rádio e tevê, deixaram de ser renovadas automaticamente por sua atitude de oposição e conspiração frontal ao governo, sem o compromisso com a informação verdadeira.

Evo Morales também enfrenta os monopólios e fomenta o surgimento de novos veículos que diversifiquem a informação. E Lula levou adiante a 1ª Conferência Nacional de Comunicação, bombardeada pela mídia nativa, que deixou…”

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