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ESQUENTOU DE VEZ. Tarso quer vencer no primeiro turno. Fogaça e Yeda brigam para estar no segundo

Comício de Tarso: mobilizar a militância da coligação para evitar o segundo turno

A briga esquentou mesmo, faltando exatas duas semanas para o término da campanha eleitoral. Se, para o Planalto, a situação -não obstante todas as tentativas em contrário -se encaminha para uma definição já em 3 de outubro, no Rio Grande do Sul o quadro ainda é indefinido.

No entanto, as últimas pesquisas apontam a possibilidade concreta de Tarso Genro, do PT, levar na primeira rodada. E sua militância resolveu investir firme nessa possibilidade -como se percebeu no comício realizado na noite de quarta-feira, na boca do monte.

Bandeiraço de Fogaça: evitar o desfecho antecipado e levar o candidato à rodada final

Diante disso, os outros dois protagonistas, José Fogaça (PMDB) e Yeda Crusius (PSDB), montam suas estratégias para, antes, evitar o desfecho antecipado e, depois, se qualificar como o oponente do petista no segundo turno. Isso se reflete em Santa Maria, por certo.

Duas horas antes de Tarso discursar na praça Saldanha Marinho, um grupo de peemedebistas (250, segundo apurei) fazia um bandeiraço na esquina da Presidente Vargas com a Borges de Medeiros. Isso tudo, mais a elevação do tom na propaganda no rádio e na televisão, permitem afirmar que, sim, começa a “pegar fogo” a disputa pela cadeira principal do Palácio Piratini.

E, em nível estadual, como os que disputam de fato a eleição pretendem alcançar seu objetivo? Esse é o tema de elucidativo material publicado pelo jornal eletrônico Sul21. A reportagem é de Igor Natusch e Rachel Duarte. Acompanhe:

 “PT prepara vitória em 3 de outubro. PMDB E PSDB trabalham pelo segundo turno

Na reta final da campanha eleitoral, as campanhas dos três candidatos ao Palácio Piratini com maior intenção de voto nas pesquisas eleitorais afiam as armas. De um lado, a coligação União Popular pelo Rio Grande, do petista Tarso Genro, trabalha para dar o cheque-mate nos adversários já no dia 3 de outubro. De outro, as coligações Juntos pelo Rio Grande, do peemedebista José Fogaça, e Confirma Rio Grande, da tucana Yeda Crusius lutam para que o resultado das eleições ocorra em segundo turno e para garantir o candidato que disputará com Tarso Genro a preferência dos gaúchos.

Como os partidos vão trabalhar nos próximos dias? O PT, diz o seu presidente estadual, Raul Pont, manterá o foco no trabalho corpo a corpo. Tranquilo, o presidente do PSDB no Rio Grande do Sul, deputado federal Cláudio Diaz, afirma que não há razão para mudar a estratégia adotada até agora. Já o PMDB, se prepara para criar uma nova frente de conquista de eleitores: o Call Center que, segundo o secretário-geral do partido em Porto Alegre, vereador André Carus, permite o contato permanente com as lideranças regionais do PMDB e do PDT.

Otimistas

Para o presidente do PT gaúcho, deputado estadual Raul Pont, o momento é de seguir com o trabalho nas ruas, em contato direto com o eleitor. Esse, diz ele, é o método mais eficaz para sentir o clima da campanha. “Nas ruas, nós temos o sentimento do eleitor, que está muito positivo. Isso nos deixa otimista. O que sentimos nas ruas é tão bom, ou melhor, do que apontam as pesquisas”, afirma…”

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