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NÃO CUSTA LEMBRAR. PMDB gaúcho resolveu adiar a solução de um problema. E deu no que deu

Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na manhã de 10 de novembro de 2009, uma terça-feira:

EM CHAMAS. PMDB gaúcho “tucana” e joga para o futuro a decisão sobre sua direção

Na noite de domingo, o PMDB gaúcho decidiu: segue tudo como está, por mais um ano. Isto é, Pedro Simon, que largaria a presidência em dezembro, continua, da mesma forma que o restante da Executiva, inclusive seu maior rival interno, Eliseu Padilha, o secretário geral. E, aliás, vale o mesmo para todos os demais dirigentes (para saber mais detalhes acerca da decisão, confira AQUI a notícia publicada pelo sítio oficial do PMDB/RS – de onde extraí a foto que ilustra esta nota).

Apenas nesta terça-feira, depois de um dia inteiro de consultas, é possível ter uma idéia mais clara, afinal de contas, do que motivou a deliberação das cabeças coroadas do peemedebismo gaudério. Conversei com algumas pessoas, pró-Simon e pró-Padilha. E cheguei a algumas conclusões, que tomo a liberdade de (humildemente) repassar.

A primeira delas é que o PMDB, a exemplo de outro partido conhecido por seu “murismo”, tucanou. Isto é, a rigor ninguém sabia como poderia terminar a convenção que aconteceria agora em dezembro, exatamente para eleger o novo Diretório e a Executiva…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI

PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, é possível que o que o peemedebismo gaúcho resolveu àquela época não seja a causa da derrota eleitoral de 3 de outubro. Mas é bastante provável que a indefinição de então tenha contribuído para o resultado, dadas as divergências de condução interna da silgla. Tanto que, agora, o que seria resolvido então terá que ser tratado. Inclusive porque Pedro Simon pediu as contas e vai se mandar.

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