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GUERRA DO RIO. Pimenta quer mais rigor do Paraguai contra comércio de armas

O santa-mariense Paulo Pimenta (PT) é o relator da CPI da Violência Urbana, na Câmara dos Deputados. Nessa condição, defendeu mais rigor aos paraguaios, que são, na interpretação claudemiriana das palavras do parlamentar, permissivos com o comércio de armas e munições.

Pimenta: vêm do Paraguai 80% das armas ilegais que chegam ao Brasil

E são exatamente esses equipamentos que acabam chegando nas mãos de traficantes brasileiros em geral e cariocas em particular – novamente dedução do editor deste sítio. As manifestações de Pimenta, de todo modo, geraram reação do presidente do Paraguai, Fernando Lugo.

As duas posições estão explicitadas, aliás, em material distribuído pela assessoria do deputado. A foto é de David Ribeiro, da Agência Câmara de Notícias. Acompanhe:

Deputado Paulo Pimenta espera que Presidente Lugo seja mais rigoroso com comércio de armas e munição no território paraguaio

O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) voltou a defender, na noite desta quarta-feira (1º),  que a maioria das armas que entram ilegalmente no Brasil vêm do Paraguai. A afirmação do parlamentar brasileiro, relator da CPI do Tráfico de Armas e atualmente relator da CPI da Violência Urbana na Câmara dos Deputados, foi direcionada ao Presidente do país vizinho, Fernando Lugo.

Ao deixar um hospital paulista, hoje (quarta) à tarde, Lugo tentou rebater as afirmações do deputado Pimenta, que na semana passada apontou o Paraguai como a principal rota de tráfico de armas que chegam aos morros cariocas.  “Temos 16 mil quilômetros de fronteiras, desses 1.365 com o Paraguai, que apesar de não ser o país com maior extensão de território comum com o Brasil,  possui uma legislação muito permissiva, e é responsável por cerca de 80% das armas que entram ilegalmente no território brasileiro”, havia afirmado o deputado.  

Para Pimenta, a falta de uma cooperação internacional entre os países da América do Sul no combate ao tráfico de armas, munição e drogas, que pressupõe uma medida de caráter diplomático, deve ser prioridade na pauta do Parlamento do Mercosul. “Discute-se unificação de tarifas alfandegárias, questões tributárias, inspeção de sanidade animal e vegetal, mas ainda não está posto o debate de uma legislação unificada”, disse o deputado. 

Pimenta espera que o Presidente paraguaio patrocine iniciativas para harmonizar a legislação entre os países, que sejam restringidas as facilidades de compra de arma e munição em cada território, além de ações conjuntas na fronteira entre os países do Mercosul, em especial entre Brasil Paraguai e o Uruguai.” 

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