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LISTA FECHADA. Proposta aprovada em comissão do Senado expõe divergências que inviabilizarão reforma política

Imagina só quando chegar ao plenário do Senado. Se quiser avançar, pensa no que acontecerá na Câmara dos Deputados. Agora, para fechar, tente adivinhar se é possível, em torno de qualquer proposta, atingir três quintos dos votos, nas duas casas do Congresso. Pooois é. Como chegar a isso, em se tratando de reforma política?

Agora, a realidade: ontem, por escassa margem, a Comissão do Senado que trata do assunto, se posicionou favorável ao voto em lista fechada na eleição parlamentar em todos os níveis. E mal e mal obteve a maioria dos votos. E já descontando as abstenções – que se manifestarão no plenário.

Bem, enquanto isso, há quem delire e suponha ser possível a reforma política. Repito: só mesmo um ou outro ponto (como o fim das alianças para os pleitos proporcionais) conseguirão, e olhe lá, obter aprovação. Ah, sobre o que aconteceu ontem, confira o que publica O Estado de São Paulo. A reportagem é de Andrea Jubé Vianna. Acompanhe:

Comissão aprova lista fechada para eleição de deputados e vereadores

A Comissão Especial de Reforma Política no Senado aprovou nesta terça-feira, 29, a adoção do voto proporcional com lista partidária fechada nas eleições proporcionais, ou seja, para deputados federal, estadual e vereadores. A proposta obteve nove votos, contra sete que defendiam o voto majoritário para deputados, conhecido como “distritão”. A bancada tucana e o senador Pedro Taques (PDT-MT) se abstiveram.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) esclareceu que seu partido apresentará emenda para defender o voto distrital misto, com lista aberta (para os representantes dos distritos) e fechada (para os indicados pelos partidos), quando a reforma chegar ao plenário do Senado.

O líder do PT, Humberto Costa (PE), e a senadora Vanessa Graziotin (PCdoB-AM) encabeçam o grupo vencedor, favorável à manutenção do voto proporcional para deputados, porém com lista pré-ordenada, elaborada pelos partidos. O argumento dessa corrente é de que somente esse modelo seria compatível com o financiamento público das campanhas, defendido, principalmente, pelo PT e pelo PC do B…”

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