ESTRATÉGIA. Sem alianças proporcionais, pequenos partidos já pensam lançar candidato a prefeito. Até em SM?

Cada lugar é um lugar. E não se trata de mero clichê. Na política, inclusive, é assim que funciona. Determinado partido tem poder eleitoral num, mas não noutro canto. Então, não é possível acreditar que a estratégia nacional possa ser seguida em todas as comunas.

Essa é a regra. No entanto, este sítio tem particular curiosidade para saber como se comportarão as agremiações de Santa Maria diante da cada vez mais inevitável aprovação do fim das alianças para os pleitos proporcionais.

O PC do B, por exemplo, seguirá o que se esboça na sua direção nacional? E o que imaginam os comunistas do B? Saiba, na nota publicada por Tales Faria, na seção “Poder Online”, do portal iG. E, depois, tire tua própria conclusão. A seguir:

Com o fim das coligações, PC do B forçará lançamento de candidatos próprios a prefeito em 2012

Uma das principais estratégias de sobrevivência e crescimento dos partidos pequenos, como o PCdoB, tem sido fechar coligações nas eleições proporcionais com legendas de maior peso, como o PT, principalmente.

Com isso, esses partidos embarcavam no coeficiente eleitoral da coligação – bem maior do que se disputassem as eleições isoladamente – e conseguiam eleger alguns parlamentares a mais. Mas agora a expectativa no Congresso é de que o fim das coligações nas eleições proporcionais seja uma das poucas medidas a serem aprovadas pela reforma política…”

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