REFORMA POLÍTICA. Comissão do Senado acelera. A da Câmara é lenta. Então…

Há duas comissões tratando da reforma política, no Congresso. Mas cada uma tem seu próprio calendário. Enquanto a do Senado já encerrou seu trabalho, está tratando dos projetos a ser elaborados e avança na discussão (mesmo que, depois, nada dê em nada), na Câmara dos Deputados, grupo semelhante só termina sua atividade no final do semestre – e com tempo curtíssimo para aprovar qualquer coisa que possa valer para 2012.

É possível compatibilizar isso? No discurso, sim. É o que se percebe nas manifestações feitas por senadores e deputados. Na prática, terá que haver, meeeeesmo, muita disposição para o acordo. Este sítio, desde sempre, duvida. E não vê indícios capazes de fazê-lo mudar de ideia. Em todo caso, eles falam que é possível. Quem? O jornal eletrônico Sul21 fala do assunto, em interessante e didática reportagem publicada hoje. O texto é assinado por Igor Natusch. Acompanhe:

Câmara e Senado tentam se entender sobre a Reforma Política

Divergentes em inúmeras situações durante as últimas décadas de democracia, Senado e Câmara tentam andar juntos em um assunto que atinge diretamente a própria existência das duas casas. Duas comissões, uma em cada lado do Congresso Nacional, estão discutindo os rumos da muito esperada reforma política, uma das mudanças mais radicais e, talvez por isso mesmo, mais proteladas em nosso país. A partir daí, a ideia é unir as duas propostas em uma só, de forma a conseguir uma aprovação nas duas instâncias do legislativo federal. Um encontro entre os presidentes da Câmara Federal, Marco Maia (PT-RS), e do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ocorrido na segunda-feira (25), buscou selar de forma simbólica essa convergência – que pode existir no discurso, mas aparentemente vai precisar de tempo para se constituir na prática.

Cada uma das Casas trabalha com prazos diferentes para definir o que espera da reforma. A Câmara Federal trabalha com um prazo até agosto, quando os consensos devem ser definidos entre os parlamentares e encaminhados para votação. A comissão está sendo conduzida pelo deputado federal Henrique Fontana (PT-RS). O Senado, por sua vez, trabalha em ritmo mais acelerado: a comissão, presidida pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ), já encerrou as deliberações e entregou um relatório para apreciação da presidência da Casa.

“Há uma proximidade”, diz o senador Paulo Paim (PT-RS). Segundo ele, é perceptível a intenção de fundir propostas e construir um consenso sobre o assunto. “Acho que as duas Casas estão dispostas a buscar esse entendimento. Se vão…”

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1 comentário

  1. Risalva Maria Da Silva

    Os Brasileiros querem mais transparencia, querem tambem poder
    escolher os seus representantes, e para que isso seje possivel o cor-
    reto é o mais vodado ganhar , igual aos Prefeitos ,Governadores , Cena-
    dores e Presidente da Republica.

    Mas o que eu estou vendo ,é que os donos dos partidos estão
    querendo através do voto em lista fechada ficar o resto de suais vidas
    no poder ou seja no cargo, e depois entregar aos seus sucessores,
    que podem ser seus , filhos , netos ,genros, sobrinhos …etc, e também
    trazer divolta os tempos dos CORONÈIS , e também a MONARQUIA ou
    seja o tempo dos REIS e RAÌNHAS.

    Vejo também que pode ficar mais caro para quem quer ser canidato,
    EX: Todos queren ser o primeiro da lista ,e ai pode acontecer négoci-
    ações dentro do proprio partido quem der mais é o primeiro e quem der
    menos é segundo ,terceiro etc. E assim sussecivamente, vejo que vai
    ter mais corrupção dento dos partidos .

    O voto MAJÓRITARIO define por completo a democracia no Brasil,
    os mais vodados é quem ganham ou seja quem tem voto é eleito.
    Não teria mais coligações nem proporciônalidade, ou seja assim
    ninguem iria mais pegar carona em quem tivesse voto .

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