DO LEITOR. A bronca com a aposentadoria (dificultada) para quem trabalha na Saúde

O tema é a “aposentadoria especial” e as dificuldades impostas pelo INSS. Quem trata dele é o cirurgião-dentista Moacir da Rosa Alves, de quem recebi – e reproduzo na íntegra – a seguinte correspondência eletrônica, na forma de artigo:

O INSS suas “DOENÇAS” e a APOSENTADORIA ESPECIAL

Sob a tutela da chamada exposição habitual e dos grilhões do contato permanente, quer o INSS curar a sua maior doença interna, conhecida como rombo previdenciário com gênese provavelmente nascida da mãe corrupção. Tem negado sistematicamente o direito à aposentadoria especial cuja legislação e normatização vasta são conhecidíssimas; mesmo para aqueles trabalhadores que demonstram as premissas anteriores (como tempo de serviço, contribuições, profissões especificas..) e o atual PPP (perfil psicográfico profissional) para tal direito! Estimulam agora a solicitação de pericias, presos como amebas na chamada “exposição permanente’’ desconsiderando o trabalho de décadas dos profissionais da saúde, notadamente Cirurgiões-Dentistas e Médicos.

Ora, todos nós seres humanos, mesmo no mais protegido de todos os lares criados pelo arquiteto do universo; o útero materno, nem lá estamos 100%protegidos e, ao deixá-lo, iniciamos aí o contato permanente com as doenças. Cada um de nós, seres unos, possui genética e imunidade muito própria e os cuidados pessoais com alimentação, higiene pessoal e modo de vida podem ser determinantes nos levando a adquirir doenças em maior ou menor grau, mas é inegável que os trabalhadores da saúde e todos aqueles que laboram em hospitais, clinicas, consultórios, postos de saúde… etc. São muito mais vulneráveis às doenças.

Querer negar este direito utilizando-se de artifícios como mudar as regras do jogo, no meio do jogo, como método para controlar a hemorragia causada pelo “rombo,” provavelmente é demonstração de incapacidade na gestão da coisa pública.

Moacir da Rosa Alves

Cirurgião-dentista”

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