NÃO CUSTA LEMBRAR. Depois da sova, ao contrário do previsto, Jarbas se aquietou

Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na madrugada de 28 de dezembro de 2010, uma terça-feira:

O REBELDE. Pelo jeito, apesar da sova nas urnas, Jarbas Vasconcelos continuará azucrinando o PMDB

Se os partidos políticos tivessem um mínimo de coesão interna, provavelmente seria diferente. As decisões partidárias seriam seguidas por todos, com a devida disciplina, desde que garantido o debate interno. Mas eles não são assim, nessa nossa tenra democracia. E o PMDB, então, é “dono” de parecer algo fatiado e absolutamente rebelde, conforme a facção.

Veja-se o caso de Jarbas Vasconcelos. Além de se posicionar contra a posição nacional, de apoio (inclusive com a indicação do vice) a Dilma Rousseff, foi candidato ao governo de Pernambuco, apenas para dar palanque regional ao oposicionista José Serra (PSDB).

O resultado foi pífio. Levou uma sova de votos de Eduardo Campos (PSB) e Serra teve votação risível por lá. E daí? Daí, nada…”

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PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação do texto, o editor reconhece: se enganou. Ou se precipitou. Afinal, avaliou que aquilo que Jarbas dissera depois da sova de votos que levou seria a norma de vida dele, no Senado. Se enganou. O pernambucano recolheu-se. Pelo menos até aqui foi sufocado pela maioria da bancada peemedebista.

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