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MINISTÉRIO. Pepe assume às vésperas do “Abril Vermelho”, que MST promete ser quente

Dilma conta com Pepe, para tratar dos assuntos do campo

Convenhamos, não é uma bronca das mais fáceis. Ainda que, desde o início do governo Lula, os movimentos sociais em geral e os vinculados ao campo em particular tenham tido uma interlocução nunca antes vista, as queixas, e até algumas ameaças, persistem. E vem aí um “Abril Vermelho” que o MST anuncia quente.

Bueno, esse é o cenário para o qual se prepara o novo ministro do Desenvolvimento Agrário, o deputado federal gaúcho Pepe Vargas (PT), que assumiu nesta quarta-feira. Mais detalhes da posse e seus desdobramentos, você tem no material produzido pela Agência Brasil. A reportagem é de Luciana Lima, com foto de Wilson Dias. A seguir:

Novo ministro do Desenvolvimento Agrário assume em clima de insatisfação no campo

Ao assumir hoje (quarta,14) o Ministério do Desenvolvimento Agrário, o deputado Pepe Vargas (PT-RS) encontrará um cenário muito mais tenso no campo do que o encontrado pelo seu antecessor, Afonso Florence (PT-BA), no início do governo da presidenta Dilma Rousseff. Irritados com o que consideram “lentidão” e “falta de compromisso” do governo com a questão agrária, os movimentos de trabalhadores rurais tomaram a decisão de se unificarem na jornada de lutas e prometem um Abril Vermelho muito mais vigoroso.

“Como a pauta agrária no início do governo Dilma não avançou, as desapropriações foram vergonhosas, pior índice dos últimos 16 anos, isso gera uma coisa conflituosa”, analisou um dos coordenadores nacionais do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) Alexandre Conceição. “Este ano será um ano atípico na luta no campo que será muito mais forte, sem dúvida”, afirmou.

O Abril Vermelho consiste em uma série de manifestações e ocupações feitas anualmente pelo MST para lembrar o massacre de Eldorado dos Carajás, ocorrido em 17 de abril de 1996 no Pará, e pedir agilidade na reforma agrária. O MST esteve engajado na campanha da presidenta Dilma Rousseff e, em abril do ano passado, de acordo com Conceição, a relação com o novo governo ainda se definia. “Como na campanha ela assumiu o compromisso de dar continuidade ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nós entendemos que seria dar continuidade às desapropriações”, destacou…” 

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