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ASSEMBLEIA. A portas fechadas, deputados da CPI do Arroz debatem pré-relatório

Jorge Pozzobom (E) preside a CPI que terá o relatório votado já na próxima semana

Na reta final dos trabalhos, a ser concluído no dia 23 com a votação do relatório a ser enviado ao plenário, os integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito que trata dos problemas da cadeia produtiva do arroz, têm pelo menos dois atos previstos. Um já nesta terça-feira, com a análise, a portas fechadas, do pré-relatório a ser apresentado por Marlon Santos (PDT). O outro é o protocolo do relatório, previsto para sexta.

Sobre tudo isso, acompanhe material produzido e distribuído pela assessoria do deputado Jorge Pozzobom (PSDB), que preside a comissão. O texto é do jornalista Thiago Buzatto. A seguir:

 “Semana decisiva para CPI do Arroz

Instalada no dia 19 de outubro de 2011 para esclarecer os problemas econômicos e financeiros da cadeia produtiva do setor orizícola, a CPI do Arroz está em contagem regressiva para seu final. Conforme o presidente da Comissão, deputado Jorge Pozzobom (PSDB), nesta sexta-feira (18), o relator Marlon Santos deverá protocolar a entrega do relatório final, que será apreciado e votado no próximo dia 23. Antes, na quarta-feira (16), os deputados integrantes da CPI se reúnem com portas fechadas para debater o pré-relatório.

Até agora, foram realizadas 17 reuniões da CPI, nove delas com depoimentos de produtores e de representantes de entidades ligadas ao setor. Vinte e seis pessoas foram ouvidas. Além disso, foram promovidas três audiências públicas em municípios produtores do grão (Restinga Seca, Camaquã e Santo Antônio da Patrulha). Uma urna para receber sugestões foi deixada a disposição das pessoas para que fizessem denúncias para dar subsídios a investigação. Suspensa nos meses de recesso parlamentar, a CPI ainda foi prorrogada para a conclusão dos trabalhos.

O líder do PSDB na AL e presidente da CPI, Jorge Pozzobom, considera que os trabalhos realizados alcançaram os objetivos, mas revela que esperava um pouco mais de algumas oitivas. “Estou satisfeito com o que realizamos, mas não com alguns depoimentos. Faltou muita gente falar a verdade. Houve representantes de entidades, sindicatos, bancos que nos disseram que não existe tabela mancomunada de preços, que não há venda casada de produtos para obtenção de crédito, quando todos nós sabemos que tem”, explica. “O mais importante é que cumprimos aquilo que nos propusemos desde o início: de não ser contra ninguém, mas a favor do Rio Grande”, encerra.”

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