CAMPANHA QUENTE. A batalha das listas de candidatos. E o panfleto (nem tão) anônimo
Antes, há alguns dias, havia sido o PP. E, de repente, na sexta-feira, uma enxurrada. Por ordem de chegada, PT, PSDB e PMDB divulgaram suas pré-listas de candidatos à Câmara de Vereadores. Uma olhada rápida já permite antecipar: pelo menos 20% dos nomes, e foram mais de uma centena, não serão confirmados nas convenções de junho.
Há duas razões. Uma, de natureza política. Os partidos ainda buscam alianças proporcionais que fornecerão alicerce mais forte às candidaturas majoritárias. Nesse processo, haverá nomes novos, oriundos de siglas aliadas, como também cortes. E até algumas desistências, quando os candidatos perceberem que não se faz uma campanha só com 100 mirréis e boa vontade.
Outra, bem prática. Uma das listas (o leitor pode conferir) simplesmente tem mais nomes de homens que o permitido pela legislação. Relembrando o que já se escreveu aqui: numa nominata de 42 nomes (por partido ou aliança), o máximo de candidaturas masculinas será de 29. E isso se conseguir preencher as 13 vagas femininas. Portanto… é só dar uma olhadela nas listagens.
Mas, e por que a divulgação, então? Para exatamente o que aconteceu: a divulgação pela mídia. E até o teste de alguns nomes. É a chamada “batalha” das listas. Nada que faça o eleitor perder o sono, claro, mas com certeza dá molho a uma disputa simultânea à política: espaço. Quanto mais, melhor.
EM TEMPO: não é só de listas que se vive a guerra. Outras batalhas são travadas. Uma delas, para exemplificar. Um panfleto estaria sendo distribuído, no centro da cidade, no final da manhã, início da tarde de sexta. Continha (o editor não viu) texto extraído deste sítio. Até aí, sem problemas – desde que os distribuidores sejam identificados e/ou identificáveis.
O editor não gosta de ser usado, mas não tem como evitar, necessariamente, na medida que o registrado aqui é público e o sítio (tanto quanto os jornais) não é uma concessão – como rádio e televisão. O problema é quando o texto é modificado. Aí é fraude. Com a possibilidade concreta de ação judicial a ser promovida pelo sítio. É um alerta necessário, crê o editor.
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@Garibaldi
a minha bandeira do PT é azul; igual a do GRÊMIO.kkkk
@sergio
Não, sou gremista.
Vamos fazer o seguinte. Se pintar de vermelho, tá bom???
Colunista, os outdoors assinados pelos partidos schirmistas tem, “casualmente”, a mesma cor LARANJA das placas de obras, paradas e até dos ônibus do SIM. A mensagem afirma que “a cidade está no caminho certo”. Não seria campanha extemporânea e uso descarado (e até ingênuo, através do uso da mesma cor) de algo pago com dinheiro público?