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AS GREVES. Governa reafirma que negociação já acabou. Lideranças sindicais docentes não aceitam

Em comunicado transmitido por sua assessoria de imprensa, o Ministério do Planejamento reafirma que não há mais negociação com a categoria docente federal. Que o acordo firmado com o ProIfes está valendo e não será avaliada a contraproposta remetida pelo Andes, o outro (e maior) sindicato nacional da categoria.

O governo foi além: as categorias que não aceitarem a proposta feita (em reuniões ocorridas até o final de semana), na ordem de 15,8% em três anos, poderão ficar sem aumento, pois os projetos a ser incluídos no Orçamento da União para o próximo ano já estão em fase de elaboração.

Especificamente em relação à paralisação dos docentes, que afeta diretamente a UFSM, a presidente do Andes, Marinalva Oliveira, DECLAROU à Agencia Brasil que, apesar de a Universidade de Brasília (UnB) ter decidido retornar às aulas, isso “não interfere na conjuntura nacional”. Por enquanto a greve continua em 52 universidades, disse a líder sindical.

Haverá, de um lado, pressão sobre parlamentares, tentando forçar a reabertura da negociação, a partir da contraproposta (que o governo reafirmou não pretender discutir). De outro, assembleias de avaliação na quinta e na sexta-feira. Até o momento em que este texto é redigido, não há informação oficial sobre encontro aqui na UFSM.

Aliás, sobre a movimentação docente local, e a indicação (pela continuidade da greve) do Andes, acompanhe material produzido pela assessoria de imprensa da Seção Sindical dos Docentes. O texto é de Fritz R. Nunes. A seguir:

 “CNG Andes indica manutenção da greve

…Em Comunicado Especial enviado aos comandos locais de greve, no final de semana, o Comando Nacional de Greve (CNG) do ANDES-SN indicou a manutenção do movimento grevista, com a intensificação de atos nos estados para pressionar o governo a reabrir negociações.

O CNG também sugere que sejam procurados os deputados federais da região e os senadores de cada estado com o intuito de que estes tomem conhecimento da contraproposta elaborada, através da qual o conjunto de reivindicações do ponto de vista salarial foi flexibilizado, com prioridade sendo dada à reestruturação da carreira e às condições de trabalho.

O Comando Nacional também alerta sobre a importância de ser debatido com a categoria dos professores, os pontos que foram flexibilizados na contraproposta do ANDES-SN e…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

 

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