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CAMPANHA. Programas de rádio muuuuito bons dos candidatos a prefeito. Eles, creia, são beeem audíveis

Haverá quem pense ser uma ironia, o título. Engano. Não é. O editor expôs exatamente o sentimento que teve, agora há pouco, ao ouvir os programas de rádio de todos os candidatos a prefeito de Santa Maria. Cada qual com sua diferença, obviamente. Com sua aposta de comunicação. Com suas armas, ainda que algumas, ou muitas, permaneçam guardadas. Mas, certamente, do ponto de vista formal programas bons de ouvir. Corretos, no mínimo.

Agora, claro, foi apenas o primeiro. Mas mostrou que os que os produziram, editaram e finalizaram são ótimos profissionais. E conhecem o ouvinte de rádio. Isso garante a qualidade mínima que se exige de um programa.

No mérito.

O PMDB levou adiante a ideia de mostrar o que foi feito e o que pretende manter, como sugere a estratégia montada para reeleger Cezar Schirmer. E trouxe uma estrela, que, aliás, entende muito de rádio, a senadora pepista Ana Amélia Lemos. Buscou enfatizar, igualmente, a presença de 17 partidos na aliança que pretende renovar seu mandato à frente do executivo da boca do monte.

O PT, como se supunha (e fez bem), apresentou um pouco da vida da candidata, Helen Cabral, e a sua evolução política, desde que chegou em Santa Maria e morou na União Universitária, e na Casa do Estudante – da qual foi a primeira mulher presidente. E, desde o início, já tentou vincular a candidatura a Tarso Genro e Dilma Rousseff, alem de trazer os depoimentos de dois dos principais nomes da sigla na cidade, Paulo Pimenta e Valdeci Oliveira.

O terceiro protagonista, Jorge Pozzobom, do PSDB, tem, ao seu lado, aquele que, se não é o melhor, com certeza esta na ponta de cima dos redatores, Beto Oliveira. O que garante a qualidade do texto, lido com absoluta correção e emoção pelo decano dos locutores em atividade na comuna, Quintino Oliveira. E também buscou, de cara, estabelecer diferenças entre o que pretende (“compromissos a ser cumpridos, em vez de promessas”) e o que foi feito, ao lado de mostrar um  pouco da trajetória até aqui vitoriosa do candidato.

Os outros dois pretendentes, com pouco tempo disponível, fizeram programas profissionais, também. Bem longe da antiga esquerda desarranjada tecnicamente. Tiago Aires (PSOL) e Jeferson Cavalheiro (PSTU) tiveram dois minutos usados de forma bastante qualificada. As ideias? Românticas, talvez. Ou jurássicas, para outros. Mas, enfim, ideias.

DESEJO CLAUDEMIRIANO: que siga assim. Valerá a pena ouvir os programas. Pode apostar.

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