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GREVE. Docentes rejeitam oficialmente proposta. E na UFSM, o início do semestre letivo tende a ser adiado

Está prevista para a noite desta quarta reunião dos representantes dos docentes federais em greve com o negociador do governo, Sérgio Mendonça, secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento. Ele ouvirá o que as assembleias da categoria em todo o país decidiram: por grande maioria, rejeitaram a proposta apresentada semana passada.

E daí? Bem, quem disser que sabe, vai chutar. É completamente imprevisível – embora os grevistas, presume-se, acreditem em uma nova proposta do governo. Do contrário, aceitariam a que foi feita. De todo moto, pelo menos em Santa Maria, na UFSM, a tendência é de um adiamento do início do ano letivo, por PROPOSTA, inclusive, da reitoria.

E o que é certo? Que há intensa MOBILIZAÇÃO no Brasil inteiro, e com reflexos também em outros setores do serviço público, igualmente em greve. Sem falar que os técnico-administrativos das universidades, que sequer receberam proposta, prometem radicalizar ainda mais seu movimento e participaram, ativamente, nesta terça, do “Dia Nacional de Luta”, com destaque para atos acontecidos em Brasília e Porto Alegre. E outras categorias também CONFRONTAM o governo, em busca do atendimento de suas reivindicações.

Especificamente em relação à rejeição oficial da proposta governista aos docentes, acompanhe o texto de Mariana Branco, da Agência Brasil. A seguir:

Maioria das universidades rejeita proposta de reajuste do governo

A maioria das assembleias de docentes das universidades, institutos e centros tecnológicos federais rejeitou a segunda proposta de reajuste e reestruturação de carreiras, apresentada pelo governo na última terça-feira (24). De acordo com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), até as 11h30 de hoje (terça, 31) 48 de 57 instituições de ensino superior haviam votado pela continuidade do movimento.

Amanhã (quarta, 1°), os professores se reúnem às 21h com o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, a fim de dar uma resposta oficial à proposta da União. O governo federal ofereceu reajuste de 25% a 40% a ser aplicado em três anos ao salário dos docentes, em lugar dos aumentos a partir de 12% inicialmente sugeridos. No entanto, a posição do Andes é que reivindicações importantes acerca de progressão de carreira, gratificações e avaliação de desempenho não foram contempladas.

“Ele [Ministério do Planejamento] está aguardando nossa avaliação. Até o momento, a maioria das instituições está rejeitando a proposta. Vamos sistematizar esses resultados e redigir uma posição oficial até o fim do dia de hoje”, explicou Marinalva Oliveira, presidenta do Andes…”

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